POLICIAL

Forças de Segurança apreendem 30 tabletes de pasta base que eram transportados em caminhão frigorífico

Trinta tabletes de pasta base e um de cloridrato de cocaína foram apreendidos em uma ação conjunta da Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Penal, realizada na manhã desta sexta-feira (17.10), no município de Barra do Garças. O entorpecente era transportado em um caminhão frigorífico que seguia de Cuiabá em direção ao estado de Goiás.

O motorista do caminhão e o seu ajudante foram presos em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A abordagem do veículo e apreensão da grande quantidade de entorpecente ocorreu após troca de informações entre os policiais civis da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, Polícia Rodoviária Federal e Núcleo de Inteligência da Polícia Penal.

Após trabalho de monitoramento, o caminhão foi interceptado no posto da PRF, localizado na BR-070 e durante a abordagem, os policiais encontraram os tabletes de droga que estavam no interior de uma caixa no interior no caminhão.

As investigações, conduzidas pela equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, sob coordenação do delegado Matheus Soares, já vinham sendo desenvolvidas há algumas semanas e apontavam o veículo como suspeito de realizar o transporte interestadual de entorpecentes.

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Os dois suspeitos foram conduzidos à delegacia e após serem interrogados, foram autuados por tráfico ilícito de drogas e associação para o tráfico, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça. O material apreendido será encaminhado para perícia oficial e, posteriormente, destruído conforme determinação judicial.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Operação da Polícia Civil mira grupo que manipulava imagens de adolescentes e vendia como conteúdos pornográficos

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (27.5), a Operação Máxima Proteção, para cumprir três ordens judiciais em Juína, Sinop e Cacoal (RO), visando desarticular um grupo investigado pela produção, armazenamento e comercialização de conteúdos pornográficos ilícitos envolvendo manipulação digital de imagens de adolescentes.

A investigação conduzida pela Delegacia de Juína começou após a identificação de quatro adolescentes, alunos de uma escola particular do município, suspeitos de envolvimento no caso. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil também identificou a participação de maiores de idade, o que levou à abertura de um inquérito para aprofundar as investigações.

Até o momento, aproximadamente 30 vítimas foram identificadas em Juína, a maioria adolescentes, estudantes de duas escolas particulares do município e também do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

Segundo a investigação, os suspeitos usavam uma ferramenta de inteligência artificial para alterar e criar conteúdos falsos com aparência realista, dificultando a identificação da fraude.

Durante as diligências, os elementos técnicos demonstraram que os investigados produziam montagens pornográficas ilícitas utilizando imagens das vítimas, armazenavam os arquivos em dispositivos eletrônicos e serviços de nuvem, além de compartilharem os conteúdos com terceiros. A investigação apontou que as práticas ocorriam de forma reiterada e organizada, com divisão implícita de funções entre os envolvidos.

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As apurações indicam ainda que dois adolescentes, ambos de 15 anos, passaram a explorar economicamente os conteúdos produzidos, cobrando valores que variavam de R$ 30 por fotografia a até R$ 120 por vídeo.

Os extratos bancários analisados revelaram movimentações financeiras compatíveis com atividade ilícita, demonstrando recebimentos frequentes, diversidade de remetentes e compatibilidade com os valores negociados nas conversas obtidas durante a investigação.

A análise dos dados identificou compradores distribuídos em diversos estados da federação, incluindo Minas Gerais, Pará, Rondônia, Tocantins e Bahia, evidenciando o caráter interestadual da prática criminosa e aumentando a complexidade investigativa.

Também foi constatado que os suspeitos utilizavam perfis falsos em redes sociais, com identidades femininas fictícias, utilizados para divulgação dos conteúdos ilícitos, contato com compradores e simulação de legitimidade. O Facebook era a principal plataforma utilizada pelo grupo.

As investigações apontam que os envolvidos atuavam de forma minimamente organizada, com produção sistemática de conteúdo pornográfico ilícito, compartilhamento de ferramentas tecnológicas, divisão de tarefas e planejamento financeiro.

No estado de Rondônia, a operação teve como alvo um homem de 20 anos, investigado por participação nos fatos apurados. O mandado de busca e apreensão contra ele foi cumprido pela equipe de Juína, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cacoal (RO), após levantamento do Núcleo de Inteligência (NI) do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Cacoal.

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Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes previstos no Art. 241-C da Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), além de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.

“A Operação Máxima Proteção reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção integral de crianças e adolescentes e destaca a importância da conscientização sobre os riscos e consequências do uso criminoso de ferramentas de manipulação digital”, afirmou o delegado Jean Andrade Araújo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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