POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação para apurar ameaças de violência contra universidade federal em Santos

Santos/SP. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (17/10), a Operação Campus Seguro, voltada à apuração de ameaças de violência dirigidas à comunidade acadêmica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Campus Baixada Santista.

A investigação teve início a partir de denúncia registrada no Portal Comunica-PF e formalizada pela própria instituição, relatando publicações em redes sociais que incitavam a prática de violência extrema, incluindo menções à realização de um possível “massacre” no campus, além de manifestações de ódio contra estudantes e servidores.

Com base nas diligências, foi identificado o perfil responsável pelas postagens, vinculado a um indivíduo residente na cidade. Após autorização judicial, foi cumprido mandado de busca e apreensão domiciliar, com o objetivo de coletar elementos probatórios que possam esclarecer os fatos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santos/SP
13 99153-8647

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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