POLÍCIA FEDERAL

PF resgata trabalhador submetido à condição análoga a de escravo


Altamira/PA – No sábado (9/4), a Polícia Federal, em parceira com o Ministério Público Federal, realizou o resgate emergencial de um trabalhador submetido à condição análoga a de escravo.

A partir do momento que a equipe chegou ao local, foi possível confirmar a existência de submissão da vítima à condição análoga a de escravo, por estar com sua liberdade de locomoção impedida e sofrendo constantemente ameaças físicas.

A Polícia Federal não conseguiu realizar a captura dos principais suspeitos, até pelo difícil e quase inacessível acesso ao local do resgate, mas continuará as investigações para localizar o autor do delito, o qual pode ter sua pena de até 8 anos de reclusão, além das infrações correspondente à violência.

Comunicação Social da Polícia Federal em Altamira/PA

Contato: (95) 9433-4727 Instagram @policiafederalpa

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (61) 2024-8142

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
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Fonte: Polícia Federal

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