NACIONAL
MPor e Anac reforçam retomada das atividades do setor aéreo após recomposição orçamentária
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, anunciaram nesta terça-feira (14) a retomada da aplicação das provas teóricas de comissário de voo. Outra medida apresentada foi a recontratação dos terceirizados da Agência que haviam sido desligados em decorrência do bloqueio de recursos orçamentários, estabelecido pelo Decreto nº 12.477, de 30 de maio de 2025.
A retomada das atividades da autarquia se deu graças ao remanejamento de recursos do Ministério de Portos e Aeroportos que recompôs parcialmente R$ 15 milhões do orçamento contingência da Agência. A Autarquia foi uma das instituições federais mais afetadas pelo bloqueio de recursos, o que levou à suspensão temporária de serviços essenciais à aviação civil, como os exames teóricos para concessão de licenças e habilitações de pilotos, mecânicos e despachantes, aplicados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em articulação com o Ministério da Gestão e Inovação e o Ministério do Planejamento e Orçamento, O MPor conseguiu recompor 50% do valor contingenciado. O recurso viabilizou a retomada imediata das provas teóricas, das atividades de certificação e das ações de fiscalização conduzidas pela Agência.
O ministro Silvio Costa Filho afirmou que o resultado é fruto de articulação entre ministérios e demonstra o esforço conjunto do Governo Federal para garantir previsibilidade e eficiência na gestão pública. “Desde o início do contingenciamento, buscamos, junto aos ministérios da Gestão e do Planejamento, uma solução rápida que permitisse restabelecer o pleno funcionamento da Anac. Esse é um exemplo de como o diálogo e o trabalho conjunto dentro do Governo Federal geram resultados concretos para o país, preservando a segurança e o desenvolvimento do setor aéreo”, destacou.
A reunião desta terça marcou o encerramento de um ciclo de restrições e confirma a retomada dos serviços da Anac, com a recente reabertura, em 13 de outubro, dos exames teóricos de comissário de voo, último grupo ainda afetado pela limitação orçamentária.
“Com um remanejamento de recursos do Ministério de Portos e Aeroportos, que recompõe parcialmente o orçamento da Anac, conseguimos não só retomar as provas como iremos recontratar terceirizados, que foram diretamente impactados pelo contingenciamento. Dez novos postos de trabalho serão reativados reforçando o bom funcionamento de nossas atividades”, ressaltou Tiago Faierstein.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo
A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.
Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).
Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.
Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias
Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.
Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.
Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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