AGRONEGÓCIO

III Reunião Nacional do Plano ABC+ e I Seminário Nacional de SPDH são realizados em Santa Catarina

Santa Catarina sediou, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, a 3ª Reunião Nacional do Plano ABC+, promovida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no auditório da sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Dentro da programação do evento, também ocorreu o I Curso Nacional de Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), iniciativa que reuniu especialistas e técnicos de todo o país.

Participaram do encontro o diretor do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação (Depros), Bruno Brasil, a equipe da Coordenação-Geral do Plano ABC+, além de representantes das 27 unidades da federação ligados aos Grupos Gestores Estaduais (GGEs).

Na ocasião, foram debatidos temas estratégicos, como:

Atualização dos trabalhos do Plano ABC+;

Alinhamento de procedimentos, métricas e indicadores; Preenchimento do sistema SIGABC, em atendimento ao TCU;

Difusão de conhecimentos técnicos por meio de palestras temáticas;

Apresentação de projetos desenvolvidos pelo setor privado;

Palestras e dia de campo relacionados ao SPDH.

O evento consolidou a integração entre Superintendências Federais de Agricultura e Pecuária, órgãos estaduais, instituições parceiras e o setor privado, com o objetivo de aprimorar a governança e a implementação do Plano ABC+.

Leia Também:  Ministro Carlos Fávaro participa de entregas do Minha Casa, Minha Vida para Várzea Grande

O superintendente da SFA-SC, Ivanor Boing, participou da abertura oficial e destacou a importância da realização do encontro no estado. “O Plano ABC+ é um marco na promoção da sustentabilidade na agropecuária. Santa Catarina tem se dedicado a fortalecer parcerias e apoiar os produtores rurais na adoção de práticas que conciliam produtividade com preservação ambiental. É uma honra receber aqui representantes de todo o Brasil para essa troca de experiências e alinhamento de estratégias”, afirmou.

O evento contou ainda com o apoio do chefe da Divisão de Desenvolvimento Rural da SFA-SC (DDR-SC), Antônio Pias, e de Marco Rangel (DDR-SC), que atuaram na articulação e no suporte técnico às atividades realizadas.

Durante as apresentações e discussões, Santa Catarina foi citada diversas vezes como exemplo a ser seguido pelas demais unidades da federação, em razão das práticas já consolidadas e dos avanços alcançados na implementação do Plano ABC+ no estado.

O terceiro e último dia foi marcado pela realização de um Dia de Campo em uma propriedade familiar no município de Antônio Carlos (SC). A atividade contou com relatos, demonstrações e trocas de experiências em áreas de produção de chuchu, pitaia, mandioca e outras espécies. Entre os principais pontos observados, destacou-se o acompanhamento técnico intensivo dos extensionistas, com apoio de instituições de pesquisa e ensino, como um dos fatores determinantes para o sucesso das ações.

Leia Também:  Abertura de mercado para exportação de mudas de cana-de-açúcar do Brasil para a Guatemala

Os agricultores participantes relataram a satisfação em trabalhar com o sistema de plantio direto de hortaliças, destacando o aumento de renda e os benefícios agronômicos percebidos com a adoção da prática, como o acréscimo de matéria orgânica e o fortalecimento da vida do solo.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Propaganda

AGRONEGÓCIO

Indonésia se torna segundo maior destino dos miúdos bovinos brasileiros

Menos de um ano após a abertura do mercado, a Indonésia já se consolidou como o segundo principal destino dos miúdos bovinos brasileiros, atrás apenas de Hong Kong. Entre janeiro e maio de 2026, o Brasil exportou mais de 12 mil toneladas do produto para o país asiático, em operações que somaram US$ 19,5 milhões.

A dimensão do mercado indonésio ajuda a explicar esse desempenho. Com mais de 284 milhões de habitantes, o país importou, somente em 2025, mais de 70 mil toneladas de miúdos bovinos de diferentes origens, movimentando mais de US$ 150 milhões.

A presença brasileira nesse segmento também é expressiva. Entre janeiro e maio de 2026, o país exportou mais de 106 mil toneladas de miúdos bovinos para 117 destinos, com receita de US$ 256 milhões. Em 2025, os embarques superaram 267 mil toneladas e geraram US$ 605 milhões em receitas.

A abertura do mercado indonésio para os miúdos bovinos brasileiros ocorreu em agosto de 2025. No mês seguinte, 17 frigoríficos de carne bovina foram incluídos na lista de exportadores habilitados, elevando o total para 38 estabelecimentos autorizados. Em janeiro deste ano, outras 14 unidades foram habilitadas, ampliando para 52 o número de estabelecimentos aptos a exportar carne bovina ao país.

Leia Também:  Cenário de oferta enxuta valoriza o trigo e impulsiona uso de tecnologia

A ampliação das habilitações acompanha o fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Indonésia. Atualmente, o país asiático ocupa a 11ª posição entre os principais destinos do agronegócio brasileiro. Nos cinco primeiros meses deste ano, as importações de produtos agropecuários brasileiros superaram US$ 1 bilhão, com destaque para o complexo soja, fibras e produtos têxteis, além de fumo e seus produtos.

Com menor demanda no mercado interno, mas amplamente consumidos em diversos países, os miúdos bovinos encontram no comércio internacional uma importante alternativa para ampliar o aproveitamento econômico do animal, reduzir desperdícios e gerar receita adicional para a cadeia produtiva da carne bovina.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA