NACIONAL

Ministério de Portos e Aeroportos passa a integrar grupo regulatório de seguros catástrofe

O Ministério de Portos e Aeroportos passa a integrar grupo de trabalho para discutir e propor aperfeiçoamento regulatório relacionado a seguros catástrofe. A iniciativa, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Ministério da Fazenda, visa construir alternativas capazes de pensar o seguro como um aliado do poder público na prevenção e mitigação de danos com relação às catástrofes climáticas. Participam também outros representantes da União, confederações, associações e entidades representativas.

O papel do MPor é inserir nas discussões a aplicação de seguros nos setores portuário e aeroportuário, que possuem estruturas expostas às condições climáticas e que podem ter a operação comprometida em casos de calamidades provocadas por causas naturais. “É um trabalho interministerial que se apresenta como fundamental para que o Brasil possa avançar nesta nova regulamentação, criando um ambiente transparente para concessionárias, operadores e seguradoras na ocorrência de catástrofes climáticas”, avalia o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Em 2024 o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), foi severamente afetado pela chuva que castigou a capital gaúcha, ficando fora de operação por sete meses. O Governo Federal precisou aportar mais de R$ 420 milhões para recuperar o equipamento.

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“A modernização regulatória dos seguros vai facilitar a execução da recuperação, tornando mais ágil a ação de concessionárias, gestores e governos em episódios que exigem tomadas de decisão imediatas, como o ocorrido no Rio Grande do Sul, e redirecionando recursos para áreas onde possa haver maior urgência e necessidade”, salienta a diretora de Assuntos Econômicos do ministério, Helena Venceslau.

De acordo com a portaria nº 8432/MF/Susep, o grupo de trabalho tem um prazo de 60 dias a partir da sua constituição, prorrogáveis por igual período, para elaborar relatório que apresente a conclusão das discussões.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MEC Idiomas: aprenda inglês e espanhol gratuitamente

O Ministério da Educação (MEC) lançou o MEC Idiomas, plataforma gratuita que disponibiliza oferta de cursos de inglês e espanhol com lições interativas, acompanhamento de progresso e certificados. A ferramenta já reúne 212.302 usuários ativos em todo o país.  

Dois formatos – portal e aplicativo – o MEC Idiomas é uma plataforma de aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado que tem como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados.  

Inicialmente, os idiomas oferecidos são Inglês e Espanhol. As aulas estão organizadas em 6 níveis (A1 a C2); 4 a 6 módulos por nível, cada um deles com 10 a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas.  

O MEC Idiomas oferece diversas ferramentas para os estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de Inteligência Artificial para dar apoio e tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.   

Passo a passo para usar a plataforma:  

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• Basta acessá-lo via portal ou via aplicativo MEC Idiomas e fazer login com o Gov.br;   

• Escolher o idioma que quer aprender – inglês ou espanhol;   

• Fazer o teste de proficiência disponível que avalia o grau de conhecimento do estudante;  • Fazer os exercícios de fixação e de ‘gamificação’, ao final de cada aula, que incentivam a concluir aulas e módulos e passar de nível.   

Idiomas Sem Fronteiras (IsF) – o aplicativo está inserido no ecossistema do Idiomas Sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino bilíngue já consolidada. A parceria permite a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de 48 horas a três meses, acontece duas vezes ao ano. O intuito é melhorar os índices de proficiência e produções científicas. Serão disponibilizados R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre. 

As ações da Rede IsF tem como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das Instituições de Ensino Superior (IES). Também contempla a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da Educação Básica. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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