POLICIAL
Polícia Civil e PRF recuperam lancha furtada em Sinop e prendem três suspeitos
A Polícia Civil prendeu no último dia 12.9, três suspeitos de furto de uma lancha, em Sinop. O crime ocorreu no dia 9 de setembro. Desde a ocorrência, foram iniciadas diligências investigativas com o intuito de identificar e prender os suspeitos, bem como de recuperar o móvel furtado.
De acordo a investigação, indivíduos não identificados entraram em uma garagem de veículos, no bairro Jardim São Cristóvão e subtraíram a lancha, equipada com motor de popa e avaliada em alto valor.
Com auxílio de imagens de segurança e troca de informações entre Derf Sinop e Polícia Rodoviária Federal, foi possível interceptar um veículo no km 645 da BR-163, no município de Itaituba (PA), com a embarcação furtada em Sinop no reboque. O veículo aquático detinha sinais identificadores que confirmaram se tratar do bem furtado. Na ocasião, os três homens foram detidos (de 20, 23 e 18 anos). Todos oriundos de Mato Grosso.
O trio foi preso em flagrante pelo crime de furto de veículo (art. 155 do Código Penal). O bem foi apreendido e encaminhado para posterior restituição ao proprietário.
“A rápida articulação entre a Polícia Civil de Mato Grosso, Polícia Civil do Pará e a Polícia Rodoviária Federal no Pará resultou não apenas na recuperação da lancha, mas também na prisão dos envolvidos, evidenciando a integração entre as forças de segurança e a eficiência no combate aos crimes patrimoniais que atravessam fronteiras estaduais”, disse o delegado Thiago Marques.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Polícia Civil cumpre mandados contra faccionados que comandavam crimes no Xingu a partir de Cuiabá
A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso deflagrou na tarde de quarta-feira, (17.6). a Operação Comando Oculto, para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular um grupo, ligado a uma facção criminosa, responsável por comandar o tráfico de drogas, cobranças ilícitas, crimes violentos e lavagem de dinheiro na região de Santa Cruz do Xingu e municípios vizinhos.
Na operação foram cumpridas oito ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva em desfavor do casal investigado, três mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Santa Cruz do Xingu, além de três medidas de afastamento de sigilo bancário, abrangendo os investigados e a empresa constituída por eles.
Os mandados foram expedidos com base em investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Santa Cruz do Xingu. O cumprimento das ordens judiciais contou com apoio das equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá,
Investigação e atuação à distância
As investigações iniciaram a partir da análise de materiais apreendidos em operações anteriores em Santa Cruz do Xingu e região. Os elementos obtidos permitiram identificar que o principal responsável por ordenar as ações da facção criminosa atuava à distância, residindo na cidade de Cuiabá, de onde exercia o comando das atividades criminosas por meio de aplicativos de mensagens e chamadas telefônicas.
Segundo apurado, o investigado utilizava sua posição hierárquica dentro da facção criminosa para determinar a distribuição de entorpecentes, impor funções aos integrantes do grupo, ordenar cobranças de taxas ilícitas e autorizar a aplicação de punições internas, conhecidas como “salves”, valendo-se da intimidação e da extrema violência para manter o controle sobre os membros da organização.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que os valores provenientes da comercialização de drogas na região de Santa Cruz do Xingu e São José do Xingu eram transferidos para contas bancárias vinculadas à esposa do líder criminoso. Com a finalidade de ocultar e dissimular a origem ilícita desses recursos, o casal teria constituído recentemente uma loja de roupas na capital mato-grossense, a qual passou a ser utilizada, em tese, como instrumento para movimentação e lavagem de capitais oriundos do tráfico de drogas.
Segundo o delegado de Santa Cruz do Xingu, Onias Estevam, as investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e dos dados bancários obtidos judicialmente. “O avanço das investigações tem o objetivo de identificar outros integrantes do grupo criminoso, bem como aprofundar a apuração dos crimes praticados pela facção”, disse o delegado.
Comando Oculto
O nome da operação faz referência à forma de atuação da liderança criminosa investigada, que exercia o comando da organização à distância, sem participar diretamente da execução material dos crimes, mas determinando e coordenando as ações dos integrantes responsáveis pela prática do tráfico de drogas, cobranças ilícitas e atos de violência na região.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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