CUIABÁ
Rua 13 de Junho vira espaço de lazer com a estreia da “Feira do Centro”
A Prefeitura de Cuiabá, em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), promove neste sábado (20) a primeira edição da “Feira do Centro”, que vai transformar a Rua 13 de Junho em um espaço exclusivo para pedestres.O trecho entre a Avenida Getúlio Vargas e a Avenida Isaac Póvoas ficará fechado para veículos das 7h às 16h, sendo liberado apenas para circulação de pessoas. Durante todo o dia, a via se tornará um grande ponto de encontro, lazer e comércio popular.
Além de abrir espaço para pedestres, o evento contará com feira livre, reunindo ambulantes, artesãos e feirantes de diversos segmentos, que poderão comercializar seus produtos em um ambiente seguro e de grande fluxo de visitantes.
De acordo com o prefeito Abilio Brunini, esta primeira edição tem caráter de projeto-piloto e será avaliada para que a ação passe a acontecer todos os sábados, incentivando a ocupação do espaço público e fortalecendo o comércio local.
A realização da Feira do Centro contará com o apoio da Secretaria de Ordem Pública (SORP), que atuará com fiscais durante todo o dia, e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública (Semosp), responsável pela organização do trânsito e segurança viária.
“Nosso objetivo é valorizar o centro histórico, estimular a economia local e oferecer à população um espaço de convivência saudável e acessível. É uma experiência que pode se tornar fixa e transformar a forma como usamos o coração da cidade”, destacou o prefeito.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura
A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)
O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.
Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.
Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.
O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.
Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.
Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.
A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.
Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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