NACIONAL

MEC fomenta cursos de energias renováveis

O Ministério da Educação (MEC) está investindo R$ 26,9 milhões para a oferta de cursos nas áreas de energias renováveis, eficiência energética e sustentabilidade na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. O resultado do edital de pactuação do Programa para Desenvolvimento em Energias Renováveis e Eficiência Energética nas Instituições Federais de Educação (Pronatec EnergIFE) foi publicado nesta quinta-feira, 18 de setembro.  

No total, são 169 unidades de 32 instituições selecionadas para a oferta de 16.466 vagas em cursos de qualificação profissional em todas as regiões do Brasil. Entre os cursos, estão: instalador de sistemas fotovoltaicos; energia eólica; profissional em automação e controle para eficiência energética; e instalação e manutenção de infraestrutura de carregamento de veículos elétricos. 

O público-alvo dessa pactuação são: beneficiários de programas federais de transferência de renda; pessoas em situação de vulnerabilidade social; trabalhadores desempregados ou com baixa escolaridade; egressos da rede pública de ensino; mulheres; pessoas com deficiência; populações do campo; comunidades tradicionais; e residentes em territórios com menor acesso à qualificação profissional, com ênfase para as regiões Norte e Nordeste. As capacitações serão ofertadas pelas instituições que compõem a Rede Federal até 2026. 

Leia Também:  Paraná: o encontro entre a força das águas, a natureza preservada e a gastronomia típica

Transição energética – O Pronatec EnergIFE 2025 é um programa coordenado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do MEC voltado à formação profissional em áreas estratégicas da transição energética e da sustentabilidade, com o objetivo de atender à demanda por mão de obra qualificada nos setores de energias renováveis.  A oferta prioriza a diversidade, a equidade de gênero (30% das vagas para mulheres) e a representatividade regional, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.   

A ação conta com o apoio da cooperação internacional Brasil-Alemanha, por meio do projeto “Profissionais do Futuro: Competências para a Economia Verde”, desenvolvido em parceria com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

NACIONAL

MEC debate diretrizes e avaliação do PET

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), iniciou, na segunda-feira, 27 de abril, uma série de debates técnicos voltados ao aprimoramento do Programa de Educação Tutorial (PET). As atividades ocorreram no edifício-sede da pasta, em Brasília, e se estenderão até o dia 29 de abril.  

A mesa de abertura contou com a participação do secretário de Educação Superior, Marcus David; do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho; e do coordenador-geral de Políticas Estudantis, Artur Araújo. Durante o encontro, foi ressaltada a função do PET como política pública estruturante para a educação superior brasileira e a importância de fortalecer seus mecanismos de acompanhamento.  

“O PET se consolida como uma política indispensável para a educação superior do país. Ao promover a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o programa contribui ativamente para a formação crítica dos estudantes de graduação”, destacou o secretário Marcus David, em alinhamento aos propósitos centrais do programa.  

Foco no aprimoramento e qualidade – O debate central do encontro gira em torno do fortalecimento institucional do programa, que teve sua Comissão de Avaliação reestruturada pela Portaria nº 21, de 23 de maio de 2024. A comissão atua como instância consultiva e avaliativa vinculada à Sesu, sendo essencial para analisar processos, emitir pareceres e subsidiar a tomada de decisão de forma transparente e equitativa.  

Leia Também:  Webinário apresenta estratégia de assistência técnica do Novo PAR

Durante as reuniões, os membros da comissão discutem temas essenciais para o ciclo avaliativo, como a análise do planejamento e dos relatórios dos Comitês Locais de Acompanhamento e Avaliação (CLAA) e a avaliação do desempenho geral do programa. O colegiado também exerce o papel de propor melhorias, recomendar a manutenção, a ampliação ou a extinção de grupos PET e assessorar o MEC na formulação de políticas, critérios e diretrizes estratégicas.  

Representatividade e grupos de trabalho – A composição da Comissão de Avaliação reflete a pluralidade e a diversidade regional e temática do país, reunindo representantes de diversas áreas do conhecimento, abrangendo ciências agrárias, biológicas, da saúde, exatas e da terra, humanas, sociais aplicadas, engenharias, letras e artes e interdisciplinar. Além disso, o trabalho conta com a participação técnica da Sesu e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).  

A dinâmica das atividades programadas para os três dias inclui a divisão em subgrupos de trabalho (GTs) e plenárias do colegiado para o exame técnico de processos e a discussão de demandas pontuadas pela Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (Cenapet). O objetivo final das deliberações é ampliar a capacidade de impacto do PET, promovendo uma educação superior alinhada às realidades do Brasil.  

Leia Também:  Conheça os destaques da gestão do ministro Camilo Santana no MEC

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

Fonte: Ministério da Educação

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA