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Ministro Carlos Fávaro destaca relevância do mercado mexicano em encontro empresarial

Na missão liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, na Cidade do México, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou de uma reunião com empresários brasileiros de diferentes setores na manhã de quarta-feira (27).

Durante o encontro, foi apresentado um panorama dos investimentos e perspectivas para o setor produtivo brasileiro em relação ao México.

O ministro Carlos Fávaro destacou a determinação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no restabelecimento das boas relações comerciais do Brasil com o mundo.

“Nesses dois anos e oito meses, já abrimos 409 mercados para os produtos da agropecuária brasileira e um dos maiores resultados econômicos está justamente no México, com mais de US$ 800 milhões. Isso é cerca de 50% do resultado econômico”, destacou Fávaro.

O número, segundo o ministro, ressalta a importância desta missão brasileira no México, com diversas oportunidades que gerarão bons resultados para o Brasil.

Já o vice-presidente, Geraldo Alckmin, destacou que essa primeira reunião da missão oferecerá um panorama do que está previsto na agenda. “Trata-se de uma reunião de trabalho, solicitada pelo presidente Lula, para fortalecer a relação comercial entre Brasil e México, as duas maiores economias da América Latina. Temos condições de avançar ainda mais na pauta dos produtos agropecuários”, afirmou.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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