NACIONAL

Salão do Turismo proporciona integração e fortalecimento do setor, avaliam participantes

O 9º Salão do Turismo, a maior vitrine do setor no país, em São Paulo (SP), iluminou as singularidades turísticas do Brasil sob diferentes perspectivas. É o que indicaram representantes dos vários estados presentes no evento, promovido pelo Ministério do Turismo e que, desde a última quinta-feira (21.08), ocupou três pavilhões do Distrito do Anhembi, na capital paulista.

Para Cristiane Silva, coordenadora de Regionalização da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul, o formato da feira, com estandes de igual tamanho para todas as regiões, proporcionou competitividade aos destinos e maior integração. “O evento nos proporcionou grande visibilidade, muito além do espaço físico. Nas redes sociais, tivemos mais de 500 mil visualizações durante o evento”, dimensionou.

Alessandra Xavier, coordenadora de Regionalização da Secretaria de Turismo do Paraná, enalteceu o intercâmbio de experiências. “O evento proporcionou uma troca muito boa de experiências entre os estados e diferentes instâncias e governanças. Foram três dias de muitas trocas e ideias”, celebrou. Dirlei Rofner, diretora de Políticas Públicas de Santa Catarina, completou: “tivemos um estande sempre lotado. O design ‘clean’ do Salão garantiu harmonia entre os estados, foi excelente!”,

Gabriel Braz, da Diretoria de Produtos Turísticos da Secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais, também ressaltou a natureza integradora do Salão. “É muito importante participar para apresentar o melhor que o Brasil tem a oferecer. Tivemos muitas trocas com os visitantes e outros estados. O saldo final é muito positivo e agregador para o nosso turismo. Foi uma experiência única”, definiu.

“A participação no Salão foi extremamente positiva”, avaliou Mônica Samia, secretária executiva de Turismo do estado de São Paulo. “Tivemos aqui uma diversidade grande de ações, muitas experiências e conteúdo sobre sustentabilidade, inovação, lançamentos de roteiros e muitas parcerias entre os níveis federal, estadual e municipal. O evento serve para essa integração, e a gente está muito feliz”, acrescentou Mônica.

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Leonardo Resende, da Gerência de Governança Turística do Mato Grosso do Sul, também comemorou o Salão do Turismo como vitrine para reforçar produtos consagrados e, ainda, lançar novidades, fortalecendo o setor nacionalmente. “Estamos felizes de apresentar o nosso destino aqui ao resto do Brasil. O público está comprando bastante”, apontou.

Para Raquel Azevedo, coordenadora de Turismo da Secretaria de Turismo de Sergipe, enfatizou que o Salão fortaleceu a exposição de destinos e produtos na área. “Além de integrar vários segmentos dentro do turismo, o evento agrega muito conhecimento para ser replicado em cada região. Sergipe já é presença confirmada no Salão de 2026”, adiantou.

Jurema Chaves, da Secretaria de Turismo do Piauí, afirmou que as expectativas com o evento foram superadas. “A nossa participação foi maravilhosa! O nosso estande foi bastante visitado, as pessoas levaram muitos materiais para conhecer o nosso estado. O Salão do Turismo é uma experiência muito enriquecedora, uma troca de experiências com outras regiões do Brasil”, elogiou.

Já Sylas Martins, subgerente de Promoção Nacional do Rio Grande do Norte, frisou que a presença do estado no Salão do Turismo permitiu apresentar a cultura local com mais detalhes. Martins também celebrou o interesse dos visitantes pelos destinos brasileiros. “A participação no Salão do Turismo foi muito interessante”, opinou.

“A participação de Rondônia no Salão do Turismo foi muito importante e com ótimos resultados”, comemorou Roneida Paiva, da Secretaria de Turismo de Rondônia. Alessandra Azevedo, diretora de Produtos Turísticos da Secretaria de Turismo do Pará, por sua vez, disse que todos os estados da região Norte do Brasil estão unidos no sentido de promover a Amazônia, valorizando experiências focadas em natureza e sustentabilidade.

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“A participação do Amazonas foi muito importante no Salão do Turismo. Os visitantes se mostraram muitos interessados em conhecer a Amazônia e viajar pelo Brasil. O nosso balanço é muito positivo”, comentou Adelson Pacheco, da Amazonastur, a Empresa Estadual de Turismo. Gabriel Flores, diretor de Planejamento do Turismo do Amapá, também fez um balanço muito positivo da participação do Norte brasileiro no encontro. “Estamos muito satisfeitos e felizes com o Salão do Turismo, que dá visibilidade ao Programa de Regionalização”, observou.

Bruno Brito, diretor de Turismo de Roraima, analisou que o Salão reflete a essência do mercado brasileiro do setor. “Tivemos um balanço extraordinário, canalizando muitos clientes. O resultado da nossa participação no Salão é uma projeção sensacional! O Salão tem uma importância única para projetar de maneira igual os destinos, respeitando as singularidades e oferecendo competitividade”, sublinhou.

O SALÃO – Com o tema “Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade no Turismo”, o 9º Salão do Turismo envolveu as 27 Unidades da Federação em uma grande vitrine de gastronomia, cultura, artesanato, experiências imersivas e oportunidades de negócios.

O evento foi organizado em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo, além do apoio do SESC, SENAC e do Sebrae Nacional e de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Por Zaqueu Rodrigues
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

MEC abre inscrições para edital de economia solidária

O Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta terça-feira, 23 de junho, as inscrições para o edital de seleção de projetos de Incubadoras Tecnológicas de Economia Solidária com investimento de R$ 3 milhões para apoiar e estruturar empreendimentos coletivos geridos pela Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, como associações produtivas e cooperativas de base comunitária. Os interessados têm até o dia 2 de agosto para submeter as propostas, pelo portal do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).  

O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, destacou a importância de unir a excelência técnica ao desenvolvimento social. “O MEC trabalha firmemente na indissociabilidade entre educação e prática social para a formação crítica e cidadã. O objetivo principal é utilizar a inovação, o empreendedorismo e a sustentabilidade como estratégias de acesso, permanência e êxito dos estudantes, reduzindo as desigualdades e gerando inclusão real nos territórios”, afirmou.  

O edital é realizado em parceria com o IFSP e conta com o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). Segundo o diretor de Formação e Pesquisa da Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária do MTE, Sérgio Godoy, a retomada do Proninc, a reinstalação do Comitê Gestor, o envolvimento da sociedade civil, juntamente com esses editais, representa uma decisão de governo de fortalecer as incubadoras de economia solidária. É muito importante esse protagonismo da Setec [Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica] do MEC para consolidar a relação entre economia solidária, ensino, pesquisa e extensão na Rede Federal, disse. 

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Como funciona Para garantir uma estruturação perene e sustentável, o desenvolvimento dos projetos ocorrerá em três fases consecutivas e interdependentes. A primeira etapa focará na capacitação metodológica e técnica de dez incubadoras, garantindo que pelo menos uma instituição de cada região do Brasil seja contemplada.  

Na sequência, a segunda fase fará o atendimento e a pré-incubação de até 20 Empreendimentos de Economia Solidária (EES) por quatro meses, com o limite de dois projetos por incubadora.  

Por fim, a terceira fase consistirá no processo de incubação e no acompanhamento desses empreendimentos ao longo de um ano. Cada proposta selecionada receberá suporte financeiro para o pagamento de auxílios mensais à equipe executora e R$ 15 mil para aquisição de equipamentos. Os empreendimentos também receberão investimento para aquisição de equipamentos e apoio à equipe. 

Em relação aos requisitos de participação, a submissão das propostas deve ser realizada por um servidor ativo do quadro de pessoal da Rede Federal, com nível superior, que assumirá a coordenaçãogeral.  

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Requisitos As instituições proponentes também precisam comprovar a disponibilidade de espaço físico adequado, dotado de salas de reunião e conexão à internet, para o atendimento presencial. Além disso, as incubadoras devem estar cadastradas na plataforma Rede Integra até o prazo final de envio, e os empreendimentos atendidos precisam constar no Cadastro de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

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