NACIONAL

ICMBio lança Programa Natureza com as Pessoas no 9º Salão do Turismo

O 9º Salão do Turismo, a maior vitrine do setor no país, em São Paulo (SP), foi palco do lançamento do Programa Natureza com as Pessoas, concebido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e apoio do Ministério do Turismo.

O objetivo da ação é fomentar a visitação turística das unidades de conservação federais como estratégia de engajamento da sociedade na preservação do patrimônio natural do Brasil, promovendo benefícios sociais, econômicos e culturais nos territórios protegidos.  

Presente na cerimônia, o ministro do Turismo, Celso Sabino, celebrou a iniciativa. “Desde o começo, de uma forma muito republicana, a gente trabalhou para que esse momento acontecesse. É muito possível a convivência entre a utilização responsável, sustentável, solidária das unidades de conservação, das áreas de preservação do meio ambiente, com o ecoturismo sustentável. As pessoas, ao verem que a floresta em pé vale mais que a floresta no chão, serão os maiores fiscais da natureza”, frisou Sabino, lembrado que, em 2023, o Brasil foi reconhecido pela revista Forbes como principal destino de ecoturismo do mundo, à frente de México, Canadá e Austrália.

Celso Sabino também destacou o poder transformador do turismo. “Quando o cidadão que está à margem de uma unidade de conservação vê que pode, com o turismo e dignidade, garantir o sustento da sua família, a educação do seu filho, a reforma de sua casa, ele vai ser o primeiro a não deixar uma casca de bala sujando o chão por onde passam os turistas. A sustentabilidade no Brasil já é uma realidade organizada, solidária e democrática. Viva a natureza, viva o turismo!”, declarou.

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O presidente do ICMBIO, Mauro Oliveira Pires, afirmou que o programa marca um novo momento do país. “Precisamos aproximar as pessoas da natureza. O Programa Natureza com as Pessoas pretende ser exatamente um vetor de desenvolvimento para a unidade de conservação e os municípios do entorno, melhorando a qualidade de vida das comunidades tradicionais. O turismo é um estímulo para a conservação da natureza”, observou.

Já o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, pontuou que o novo programa intensifica a proteção ambiental. “O lançamento do programa está dentro de um contexto de investimento em várias frentes, como o esforço do governo para criar unidades de conservação. Nos primeiros dois anos do governo do presidente Lula, criamos 14 novas unidades de conservação, incorporando 14 mil novos hectares”, enfatizou.

A cerimônia também reuniu o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, que sublinhou a importância da preservação do meio ambiente à imagem do Brasil. “À Embratur, cabe apresentar o Brasil ao mundo, e se tem algo que nos ajuda a ter uma imagem positiva é a conservação. Não tem como a gente promover o Brasil por outro caminho que não seja o da responsabilidade ambiental e climática”, apontou Freixo.

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A Cerimônia reuniu, ainda, o prefeito de São Paulo (SP), Ricardo Nunes; o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, e o secretário de Turismo e Viagens do estado de São Paulo, Roberto de Lucena, entre outras autoridades e lideranças da defesa do turismo como instrumento de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável.

SALÃO – Com o tema “Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade no Turismo”, o 9º Salão do Turismo reúne as 27 Unidades da Federação em uma grande vitrine de gastronomia, cultura, artesanato, experiências imersivas e oportunidades de negócios.

Promovido pelo Ministério do Turismo, o evento integra, também, a estratégia do Feirão do Turismo: Conheça o Brasil, fortalecendo a comercialização de destinos e produtos de todo o país com descontos especiais. A iniciativa se alinha ao Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027 e ao Programa de Regionalização do Turismo (PRT), com foco na geração de emprego e renda no setor.

PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior vitrine do turismo brasileiro, é promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta, ainda, com o apoio do SESC, SENAC e do Sebrae Nacional, além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Por Zaqueu Rodrigues

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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