POLICIAL

Polícia Militar localiza e prende suspeito de homicídio em kitnet em Sorriso

Policiais militares do 12º Batalhão prenderam, na noite deste domingo (17.8), um homem suspeito pelo homicídio de Weliton Gomes Sousa Feitosa, de 23 anos, no bairro Jardim Carolina, em Sorriso (396 km de Cuiabá). A vítima foi executada com disparo de arma de fogo na cabeça. O óbito foi constatado por uma equipe do Corpo de Bombeiros ainda no local.

As equipes receberam informações sobre o crime, em uma kitnet localizada na Avenida Londrina. Uma amiga de Weliton relatou que ele morava em Matupá e que estava no município desde a noite do último sábado (16), a passeio.

A testemunha ressaltou que ambos foram a um bar no período da tarde deste domingo, jogaram sinuca e ingeriram bebidas alcoólicas. Na ocasião, Weliton tirou uma foto com o celular fazendo sinal de apologia a uma facção criminosa.

Neste momento, o suspeito repreendeu a vítima, mesmo sem conhecê-la, com a intenção de apagar o registro. Diante da situação, Welinton excluiu e saiu do local. Já no período da noite, ele estava acompanhado de outros amigos, quando foram surpreendidos por quatro homens, em duas motocicletas, que chegaram atirando.

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A vítima foi executada com disparo de arma de fogo na cabeça. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte ainda no local. Os militares intensificaram o policiamento na região e localizaram o suspeito, que foi abordado e encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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