POLÍTICA NACIONAL

Vice-líder do governo afirma que a prioridade neste semestre é defender a soberania nacional

Vice-líder do governo no Congresso, o deputado Bohn Gass (PT-RS) afirmou que a prioridade do Legislativo, neste segundo semestre, deve ser a defesa da soberania nacional.

Ele criticou o uso da elevação das tarifas de importação imposta pelos Estados Unidos — o chamado tarifaço do governo Donald Trump — como forma de pressionar a votação do Projeto de Lei 2858/22, que concede anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. “Quem pede anistia hoje é contra o povo”, disse o parlamentar ao se posicionar contra a votação do projeto.

Em entrevista ao Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, nesta segunda-feira (4), o parlamentar afirmou que a defesa do país exige enfrentar pressões externas e internas. Isso porque, segundo Bohn Gass, é preciso defender o Brasil até mesmo de brasileiros que apoiam o tarifaço, que pode prejudicar a economia nacional.

Por outro lado, Bohn Gass defendeu a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), do Orçamento de 2026 (LOA), da Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública (PEC 18/25) e propostas voltadas à justiça tributária, como o Projeto de Lei 1087/25, que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil.

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Da Rádio Câmara
Edição – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão discute impactos do fim de licenciaturas totalmente a distância; participe

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados discute, nesta quarta-feira (8), os impactos da extinção de cursos de licenciatura integralmente na modalidade de educação a distância (EaD).

O Decreto 12.456/25 e a Resolução CNE/CP 4/24 estabelecem um novo marco regulatório para a educação a distância. Com isso, os cursos de licenciatura devem ser oferecidos nas modalidades presencial ou semipresencial, com maior carga de atividades presenciais, estágios supervisionados e práticas pedagógicas.

O debate será interativo e vai ser realizado às 16 horas, no plenário 14.

A audiência atende a pedido da deputada Greyce Elias (PL-MG) e do deputado Diego Garcia (União-PR). Eles querem discutir os impactos das novas regras na formação de professores, especialmente em regiões onde a educação a distância tem ampliado o acesso ao ensino superior.

Greyce e Garcia alertam que as mudanças podem afetar:

  • a oferta de vagas;
  • os custos da formação docente;
  • a interiorização do ensino superior; e
  • o atendimento das demandas educacionais do país.

Os parlamentares afirmam ainda que a regulação da formação docente deve conciliar qualidade, acesso ao ensino superior, inclusão, diversidade regional, autonomia das instituições e segurança jurídica, com base em indicadores oficiais de qualidade.

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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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