TECNOLOGIA

MCTI/SETEC reforça investimentos em inovação durante 77ª SBPC em Pernambuco

O Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI/SETEC), Daniel Almeida Filho, estará em Recife para participar da 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece na capital pernambucana de 13 a 19 de julho.

Entre as agendas, destaque para o dia 15 de julho (terça-feira), em que o secretário participará de uma sessão “40 anos de ciência, democracia e desenvolvimento: Brasil inovador”, celebrando as quatro décadas do MCTI. Coordenado pelo secretário Daniel Almeida Filho, o debate contará com convidados como o presidente da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), André Clark, o diretor presidente da Embrapii, Álvaro Prata, o presidente da Finep, Antônio Elias e presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, Luiza Trajano.

Investimentos em Pernambuco

Desde o início 2023, a atual gestão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação intensificou os investimentos em CT&I em Pernambuco. Já foram destinados cerca de R$ 374 milhões. Este valor supera em 3,5 vezes os R$ 104 milhões contratados ao longo dos quatro anos do governo anterior (2019–2022).

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Esses recursos, distribuídos por meio de crédito, financiamento não reembolsável e subvenção, apoiam mais de 40 projetos de instituições científicas e tecnológicas, além de empresas locais, impulsionando o desenvolvimento sustentável e inclusivo da região.

A SETEC também tem promovido aportes robustos em Pernambuco, como a segunda edição do Programa Centelha que resultou no investimento de R$ 4,6 milhões em 60 startups de diversos setores (recursos Finep + Facepe + Sudene). A terceira edição, com o edital previsto para os próximos meses, conta com R$ 3.008.000,00 e prevê o apoio a 47 empresas.

Outro destaque é o avanço do uso da Lei do Bem por empresas locais.  Entre 2014 e 2023, o número de empresas pernambucanas participantes da Lei do Bem cresceu, em média, 15,5% ao ano.

No ano-base de 2023, Pernambuco ocupou a 14ª posição entre os estados com maior número de empresas beneficiadas, somando 45 empresas e 117 projetos aprovados.

Além disso, a coordenação-geral de Tecnologias Habilitadoras (CGTH/SETEC) apoia quatro projetos estratégicos de CTI em Pernambuco, nos campos da nanotecnologia, fotônica, biotecnologia, materiais sustentáveis e biocombustíveis, somando investimentos de quase R$ 2 milhões. Esses projetos estão no CETENE, na UFPE e na UFRPE.

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Para mais informações acesse: www.mcti.gov.br

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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TECNOLOGIA

Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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