NACIONAL
IP4 Antigo de Itacoatiara (AM) é reinaugurado com estrutura revitalizada
A população de Itacoatiara, no Baixo Amazonas, voltou a contar com o IP4 Antigo. A estrutura portuária de pequeno porte foi revitalizada com recursos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para atender com segurança as necessidades de transporte dos mais de 112 mil habitantes da cidade, a segunda maior do estado.
A obra foi inaugurada no último sábado (21) pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Iniciada em julho do ano passado, a intervenção teve investimento de R$ 389 mil e foi necessária para reconstruir os apoios da ponte fixa e do berço de apoio do flutuante intermediário, comprometidos pela ação do tempo e pela oxidação.
“A revitalização do porto atende a uma solicitação da população e representa o compromisso do Governo Federal com a modernização da infraestrutura logística na Região Norte, tanto para garantir o transporte seguro da população quanto para fortalecer a economia local”, detalhou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.
De acordo com o Dnit, na reestruturação da IP4 foram utilizadas tecnologias modernas e estruturas reforçadas, com precisão georreferenciada, o que possibilitou a construção de uma base capaz de suportar cargas até cinco vezes superiores ao padrão.
A intervenção garante maior durabilidade, segurança e eficiência às atividades de transporte de pessoas e de cargas, essencial na região Norte.
Com informações do Dnit.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
Brasil reforça protagonismo na transição energética e amplia liderança entre as maiores economias com matriz renovável
O Brasil consolida sua posição como referência internacional na transição energética. Levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), publicado nesta quinta-feira (2/7), aponta que o país foi o terceiro que mais reduziu gastos com combustíveis fósseis em 2025, resultado da crescente participação das fontes renováveis na matriz energética e dos investimentos realizados para ampliar a oferta de energia limpa, fortalecer a segurança energética e promover o desenvolvimento sustentável.
Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os resultados evidenciam o compromisso do Governo Federal com uma transição energética que seja justa, segura e inclusiva.
“O resultado do estudo é um reconhecimento de todas as políticas de transição energética desse governo do presidente Lula. O Brasil demonstra ao mundo que é possível combinar segurança energética, competitividade e sustentabilidade. Ao ampliar os investimentos em fontes de energia limpa, fortalecer uma matriz predominantemente renovável e estimular o desenvolvimento econômico, também impulsionamos a geração de empregos e contribuímos para a melhoria da qualidade de vida do nosso povo”, destacou.
O Ministério de Minas e Energia (MME) tem conduzido ações estratégicas para acelerar a transição energética, promover a descarbonização da economia e ampliar a participação de tecnologias de baixa emissão de carbono. Entre as prioridades estão a expansão da geração renovável, o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, o fortalecimento da segurança energética e a atração de investimentos para o setor.
Os dados da série histórica do Balanço Energético Nacional (BEN) 2026 corroboram com os esforços da Política Energética. De acordo com a edição mais recente, a geração eólica acresceu 8,8 TWh, enquanto a geração solar fotovoltaica apresentou crescimento de 17,5 TWh, sendo a fonte com maior crescimento na participação na geração (24,7%). A participação da bioenergia também é um destaque, no setor de transportes houve crescimento dos consumos de biodiesel (+8,2%) e no de etanol (+4,3%), colaborando para a renovabilidade do segmento, que atingiu 26,1%, além da crescente eletrificação dos veículos leves. A renovabilidade da indústria também permanece elevada, em torno de 65,1%, graças a participação cada vez maior na eletricidade no consumo.
Além dos benefícios ambientais, a elevada participação das fontes renováveis reduz a dependência de combustíveis fósseis, diminui a exposição às oscilações dos preços internacionais de energia e fortalece a resiliência do sistema energético nacional. Esse cenário contribui para a geração de empregos, o desenvolvimento regional e o aumento da competitividade da indústria brasileira em uma economia de baixo carbono.
De acordo com a Irena, a infraestrutura renovável brasileira evitou, somente em 2025, gastos estimados em US$ 32,4 bilhões com combustíveis fósseis que deixaram de ser importados ou consumidos. No mesmo período, a geração de energia renovável impediu a emissão de aproximadamente 432 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂), reforçando a contribuição do país para o enfrentamento das mudanças climáticas.
O levantamento também evidencia a competitividade das fontes renováveis brasileiras. Na geração eólica onshore (terrestre), o Brasil permanece entre os mercados mais competitivos do mundo. Na geração hidrelétrica, os grandes empreendimentos nacionais registram os menores custos médios de instalação em nível global, demonstrando a eficiência e a maturidade da infraestrutura energética do país.
Em um movimento estratégico de modernização, o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035 já incorpora os sistemas de armazenamento em baterias (BESS) como uma opção padrão de portfólio, garantindo a flexibilidade e a segurança necessárias para a rede do futuro.
Acesse o site da Irena aqui.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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