NACIONAL
Alexandre Silveira defende temas do setor energético em audiência pública na Câmara dos Deputados
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou nesta quarta-feira (15/10) de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados (CREDN). A presença atendeu à convocação aprovada pelo colegiado para tratar de temas relacionados à política energética brasileira, às relações bilaterais em energia e à segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
“É sempre um prazer retornar ao Parlamento para dialogar com os representantes do povo brasileiro. O Ministério de Minas e Energia tem atuado com total transparência, amparo técnico e respaldo jurídico em todas as suas ações. Nosso compromisso é garantir que cada política pública do setor energético esteja voltada ao desenvolvimento do país e à melhoria da vida dos brasileiros, com segurança, justiça social e sustentabilidade”, disse Silveira.
Durante a sessão, o ministro respondeu a questionamentos de parlamentares sobre uma ampla pauta de assuntos da pasta, incluindo a interrupção recente no SIN e as relações com o Paraguai no âmbito da Itaipu Binacional. Também foram destacados temas como uso e controle de materiais nucleares, a exploração da Margem Equatorial, os programas Luz para Todos e Luz do Povo, além de temas ligados a data centers, energias renováveis e curtailment.
Silveira apresentou dados e medidas adotadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para garantir segurança operacional, eficiência na expansão da matriz elétrica e avanços regulatórios no setor, reforçando o papel do diálogo entre Executivo e Legislativo na formulação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento energético sustentável.
A audiência, de caráter público, integra o conjunto de atividades de fiscalização e acompanhamento das políticas externas e energéticas conduzidas pela comissão. Ao final, o ministro destacou que o Governo Federal prepara o primeiro leilão de baterias do Brasil, previsto para ocorrer ainda neste ano, como parte das ações voltadas à modernização e estabilidade do sistema elétrico nacional.
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NACIONAL
CNPM aprova diretrizes para reduzir ociosidade e ampliar oferta de áreas minerárias
O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) aprovou, nesta quinta-feira (2/7), resolução que estabelece diretrizes de política mineral para a racionalização da gestão, a redução da ociosidade e a ampliação da oferta eficiente de áreas minerárias no País, com vistas à dinamização do setor mineral brasileiro.
A medida representa um avanço na modernização da política mineral brasileira ao orientar a atuação da administração pública federal na gestão das áreas minerárias, com foco na eficiência administrativa, na segurança jurídica, na transparência, na redução do passivo processual que hoje afeta o setor e no aproveitamento responsável dos recursos minerais.
“O patrimônio mineral pertence ao povo brasileiro e precisa cumprir sua função social. Área parada significa investimento parado, emprego que deixa de ser criado e desenvolvimento que não chega aos territórios. Estamos construindo um ambiente mais moderno, eficiente e competitivo para a mineração brasileira”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
A resolução parte do diagnóstico de que a manutenção prolongada de áreas inativas, a baixa rotatividade de áreas em disponibilidade e a morosidade na reinserção dessas áreas ao ambiente concorrencial reduzem a eficiência do setor mineral e dificultam a atração de investimentos.
Além das diretrizes aprovadas, o texto recomenda ao Ministério de Minas e Energia (MME) a coordenação de propostas normativas sobre o aperfeiçoamento da disciplina de suspensão temporária de atividades de lavra, a caracterização objetiva do abandono de mina ou jazida e a regulamentação do grupamento mineiro. Outra recomendação é a realização de estudos para a criação de encargo anual progressivo sobre a inatividade de lavra, a exemplo do que é praticado nos principais países mineradores como mecanismo de desincentivo à ociosidade.
Entre as diretrizes aprovadas estão o fortalecimento da transparência e dos sistemas de informação sobre áreas minerárias e o estímulo à articulação entre os órgãos e entidades competentes, com vistas ao compartilhamento de dados e à redução de entraves administrativos no setor.
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