NACIONAL

Ministro Celso Sabino participa de reunião com Presidente Lula no Conselho Nacional de Política Energética

O Ministro do Turismo, Celso Sabino, integrou, na manhã desta quarta-feira (25), no Ministério de Minas e Energia (MME), a comitiva do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a 2ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). No encontro, o governo federal anunciou o aumento das misturas obrigatórias de etanol anidro na gasolina e de biodiesel no diesel fóssil, que passam a vigorar em todo o país a partir de 1º de agosto. A gasolina vendida nos postos terá agora 30% de etanol anidro — frente os 27% atuais e o diesel contará com 15% de biodiesel.

Durante a reunião, o presidente Lula destacou o bom momento da economia e os avanços obtidos em várias áreas. Ao citar resultados do turismo, que ocupa o mesmo prédio do MME, Lula mencionou diretamente os números positivos da atividade turística brasileira. “Esse aqui [Celso Sabino] que está feliz da vida porque o Brasil vai chegar no final do ano com 10 milhões de turistas estrangeiros visitando o país. Se tem uma coisa que me deixa feliz, Sabino, é quando eu encontro uma pessoa que começa a dizer: ‘o aeroporto está uma droga’. Por que virou uma droga? Porque virou uma rodoviária, tem muita gente. Pra mim é prazeroso saber que o povo brasileiro voltou a viajar, a viajar internamente, para conhecer o país”, afirmou o presidente.

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Após a reunião, o Ministro Celso Sabino ressaltou a importância desse avanço para o crescimento do país. “Viver esse momento tão importante para a economia e o crescimento do nosso país, ao lado do presidente Lula e de tantos ministros que vestem a camisa do Brasil, reforça o compromisso do governo federal em buscar soluções sustentáveis e integradas. O avanço na política energética, aliado à expansão do turismo, mostra que o Brasil está no caminho certo para gerar mais emprego, renda e oportunidades para a população”, afirmou o ministro.

AUTOSSUFICIENTE – O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressaltou que com a medida anunciada na reunião, o Brasil passa a ser autossuficiente em gasolina, e deixará de ser importador, passando a ser exportador, produzindo um excedente de 700 milhões de litros por ano. “Voltaremos a ser autossuficientes em gasolina. Após 15 anos, reduzimos a necessidade de importação do diesel. Isso é soberania energética”, declarou ele.

A elevação da mistura foi aprovada por unanimidade no CNPE, formado por representantes de 16 ministérios, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da sociedade civil e de instituições de ensino. Segundo o secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Pietro Mendes, a mudança permitirá reduzir o consumo de gasolina pura (A) em até 1,36 bilhão de litros e elevar o consumo de etanol anidro em até 1,46 bilhão de litros ao ano.

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Além dos impactos econômicos, o presidente Lula destacou que a decisão também fortalece a estabilidade geopolítica do Brasil, reduzindo a dependência de importações em meio a um cenário internacional de tensões, como o conflito entre Irã e Israel.

O CNPE é o principal órgão de assessoramento do presidente da República na formulação das políticas e diretrizes energéticas do país.

Por Cléo Soares
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Brasil avança na eficiência energética com primeira regulamentação para lâmpadas e luminárias LED

O Brasil deu um importante passo rumo à modernização do setor de iluminação e à promoção do uso racional de energia. O Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME), publicou a primeira regulamentação nacional que estabelece índices mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias com tecnologia LED.

De acordo com estimativas técnicas, a regulamentação pode gerar uma economia acumulada entre 283 e 432 TWh até 2040, contribuindo de maneira relevante para a redução do consumo energético no país. Esse volume de energia seria suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no mesmo período.

Para o ministro Alexandre Silveira, essa nova regulamentação reafirma o compromisso do Brasil com a eficiência energética, a inovação tecnológica e a sustentabilidade. “Ao estabelecer padrões mínimos de desempenho para produtos LED, a regulamentação da eficiência energética fortalece a transição energética brasileira ao promover um mercado mais moderno, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais, estimulando a inovação, reduzindo os custos de energia para as famílias, aumentando a eficiência no uso dos recursos energéticos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país”, afirmou o ministro. 

Os produtos que não atenderem aos índices mínimos estabelecidos pela resolução poderão permanecer no mercado durante o período de transição previsto. Comerciantes terão prazo de três anos na Etapa 1 e de cinco anos na Etapa 2, contados a partir da publicação da norma, para realizar o giro dos estoques. Esse período foi definido para assegurar tempo suficiente para a comercialização dos produtos existentes ou sua retirada de circulação, promovendo uma adequação gradual às novas exigências regulatórias. 

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As tecnologias LED são amplamente reconhecidas por sua elevada eficiência energética, uma vez que demandam menor consumo de eletricidade para produzir a mesma quantidade de iluminação quando comparadas às tecnologias convencionais. Além disso, apresentam vida útil significativamente superior, reduzindo custos relacionados à manutenção, reposição e descarte de materiais.

A nova regulamentação reforça os compromissos estabelecidos pela Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia e tem como objetivo assegurar que os produtos comercializados no mercado nacional atendam a padrões mínimos de desempenho energético e qualidade. Atualmente, a ausência de critérios mais rigorosos favorece a entrada de produtos menos eficientes, muitos dos quais já são considerados tecnologicamente ultrapassados em mercados internacionais que adotam requisitos mais avançados.

Ao estabelecer índices mínimos de eficiência para lâmpadas e luminárias LED, a medida promove a modernização do mercado, amplia a oferta de produtos mais eficientes e sustentáveis e fortalece a competitividade tecnológica do setor. A transição para equipamentos de maior eficiência energética gera benefícios diretos aos consumidores, reduzindo despesas com energia elétrica, e contribui para minimizar os impactos da expansão da demanda sobre os custos de investimento e operação do sistema elétrico.

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A iniciativa também assume relevância estratégica diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. Eventos extremos, como ondas de calor cada vez mais frequentes, tendem a elevar o consumo de energia e a pressionar a infraestrutura elétrica nacional. Nesse cenário, a adoção de equipamentos mais eficientes contribui para reduzir desperdícios, evitar emissões desnecessárias de dióxido de carbono (CO₂) e fortalecer a segurança energética. 

Com a implementação da regulamentação, o Brasil avança em sua agenda de transição energética, estimulando a oferta e o uso de tecnologias mais sustentáveis e competitivas, em benefício da sociedade e do desenvolvimento econômico do país. 

Para mais informações, os interessados podem consultar o nosso FAQ.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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