AGRONEGÓCIO

Mapa demonstra a excelência do cacau brasileiro na Chocolat Festival 2025

Com objetivo projetar a excelência do cacau brasileiro e promover a imagem do país como produtor de cacau de qualidade internacional, reconhecido e premiado, a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), participou de 5 a 8 de junho, em Brasília, do maior evento do setor de cacau e chocolate da América Latina, a Chocolat Festival 2025.

Com a presença no evento, o Mapa contribui diretamente para a construção de uma plataforma de fomento e inovação, que visa impulsionar a revitalização da cadeia do cacau em bases sustentáveis. A finalidade foi demostrar as conquistas alcançadas e gerar novas perspectivas de crescimento para o segmento de chocolates finos e artesanais, valorizando produtores, empreendedores e comunidades envolvidas na produção.

De acordo com o diretor interino da Ceplac, Paulo Marrocos, o festival reafirma o compromisso da Comissão com o fortalecimento dessa cadeia produtiva, promovendo os produtores e impulsionando oportunidades de negócios para o setor. “O estande institucional foi um espaço estratégico para apresentar projetos, tecnologias, pesquisas e ações voltadas à revitalização sustentável da lavoura cacaueira, bem como à valorização da produção de chocolates de origem e com identidade regional”, comentou.

Leia Também:  Geada preocupa triticultores no Paraná

O Chocolat Festival 2025 faz parte da programação da Brasil Origem Week, que proporcionou ao público muitos sabores, cheiros e experiências gastronômicas, a partir de exposições, degustações, apresentações culturais, aulas-show, workshops e palestras com chefs e especialistas renomados.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Propaganda

AGRONEGÓCIO

Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

Leia Também:  Produtor atendido pela ATeG do Senar cria delivery para comercialização de hortifruti

As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

Leia Também:  Irrigantes e aquicultores precisam atualizar cadastro na Copel

No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA