NACIONAL

2ª edição das Caravanas da Inovação Portuária começa nesta quarta-feira (7) em Salvador

O projeto Caravanas da Inovação Portuária, do Ministério de Portos e Aeroportos, deu início, nesta quarta-feira (7), à sua segunda edição, desta vez na cidade de Salvador, Bahia. A iniciativa, que vai passar por diversos estados brasileiros, ocorre em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o Hub Brasil Export e Autoridades Portuárias. O evento busca fomentar a inovação nos portos públicos brasileiros por meio de capacitação e troca de experiências entre gestores, empresas, especialistas e órgãos públicos.

Neste primeiro dia do evento, os visitantes puderam participar de painéis de debate sobre investimentos no setor, soluções inovadoras, economia azul, políticas ambientais e estratégias para um futuro mais sustentável, além de diversidade e inclusão nas áreas.

Para o secretário Nacional de Hidrovias, Dino Antunes, as Caravanas são fundamentais para o setor porque traz tudo o que há de mais novo e tecnológico na área. “Aqui, discutimos as novas tecnologias, novos procedimentos e tudo o que pode trazer mais eficiência para os portos brasileiros, além de ser um ambiente de trocas de informações e de experiências para os participantes”, afirmou.

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O diretor de Políticas Setoriais, Planejamento e Inovação do MPor, Tetsu Koike, falou para a plateia do evento sobre a importância do evento para conectar pessoas, inspirar gestores e desenvolver a cultura da inovação no setor, que precisa se renovar constantemente. “Os portos são responsáveis por 95% da movimentação do comércio exterior do Brasil. Ano passado, nós movimentamos 1,3 bilhão de toneladas de todo o tipo de mercadorias. Nós precisamos ter o arcabouço para entender porque é tão importante inovar neste setor, que é essencial para a economia do Brasil.”

Desde 2024, o Ministério de Portos e Aeroportos vem implementando programas e políticas públicas para acelerar o processo de inovação no setor, como o programa Navegue Simples, publicado no ano passado, com o objetivo de desburocratizar, melhorar investimentos e simplificar os processos no setor. E a Política de Sustentabilidade da Pasta, voltada para portos, aeroportos e hidrovias, com medidas direcionadas tanto ao setor público quanto à iniciativa privada. A proposta busca incentivar práticas sustentáveis, promover a transparência e fortalecer a inclusão social.

“Esse é um ambiente para trocas, para aprendizado e para disseminar boas práticas na sustentabilidade”, afirmou a diretora de Sustentabilidade do MPor, Larissa Amorim. “A ideia enquanto governo e impulsionador da política pública e trazer benefícios para o setor, continuou. Larissa disse ainda que a Política de Sustentabilidade do Ministério atua nos três eixos ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês), atrelados aos Objetivos do Desenvolvimento Social (ODS) da Organização das Nações Unidas. “Inovação e sustentabilidade estão 100% atreladas. Você não faz um sem o outro”, concluiu.

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Para a superintendente de ESG e Inovação da Antaq, Cristina Castro, a inovação é um propósito dentro da Administração Pública. “E inovação é fazer algo novo com inclusão social. Se não tem valor social, não é inovação”, e que é preciso repensar as competências do setor, “monitorando os processos de responsabilidade social, olhando os nossos recursos e entendendo como melhor aproveitar isso”, completou.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial

O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.  

O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.   

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Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. 

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.   

São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

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