POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra Operação Carnaval Seguro em Foz do Iguaçu e região

Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal deflagrou a operação Carnaval Seguro para coibir a atuação de profissionais não habilitados e empresas clandestinas de segurança privada nos eventos de carnaval que ocorreram na fronteira e região.

Durante os cinco dias de carnaval, equipes da PF visitaram diversos estabelecimentos e eventos públicos que contavam com a atuação de vigilantes para garantir a segurança de turistas e foliões.

A fiscalização contemplou a verificação de alvarás de atuação e licenças das empresas de segurança contratadas, vistorias para certificar os cursos de formação e de qualificação obrigatórios para os profissionais que atuaram nos eventos, bem como equipamentos empregados na atuação da segurança privada.

A operação Carnaval Seguro ocorreu não só nos shows abertos, como as festas de rua, como também em eventos privados, com cobranças de ingressos em lugares fechados.

Foram vistoriados casas noturnas, boates, shows e eventos em Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Missal e Santa Helena, durante o período de carnaval (28/2 a 05/3).

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
E-mail: [email protected]

Canal para Denúncia:

[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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