POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal efetua registro de visto humanitário para refugiados Afegãos

Santos/SP – A Polícia Federal realizou na terça-feira, 18/07, a regularização da situação de 120 imigrantes afegãos que solicitaram visto humanitário ao Brasil.

Os imigrantes estão atualmente nas dependências do Sindicato dos Químicos de Praia Grande. A ação acontece em parceria com o governo de São Paulo, prefeitura de Praia Grande, Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), Cáritas e entidades da sociedade civil.

Durante o processo de regularização serão emitidos a concessão de visto temporário e autorização de residência para fins de acolhida humanitária para nacionais afegãos, baseado na Portaria interministerial MJSP/MRE N° 24, de 03/09/2021.

Após a emissão da Carteira de Registro Nacional de Residência, os imigrantes afegãos receberão a Carteira de Registro Nacional de Migrante, com a qual poderão praticar atos da vida civil, como obter carteira de trabalho e acesso ao SUS, por exemplo.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santos/SP

Telefone: 13 991653685

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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