MATO GROSSO

“Governo de MT tem mão forte nos investimentos em todas as áreas”, afirma prefeito de Campo Verde

O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, afirmou, nesta sexta-feira (21.2), que o Governo de Mato Grosso tem “mão forte” com os investimentos em todo o Estado e em todas as áreas.

“O Governo de Mato Grosso trabalha muito na infraestrutura, na saúde, na educação, no social, em todas as áreas. Isso prova realmente que não é um governo que atende apenas uma área. O Estado tem mão forte nos investimentos em todas as áreas. Nós, de Campo Verde, somos prova disso aí”, ressaltou.

O governador Mauro Mendes e a primeira dama Virginia Mendes estiveram em Campo Verde, nesta sexta (21), e inauguraram o novo prédio da Escola Estadual Jupiara, que recebeu investimentos de R$ 7,8 milhões do Estado. Eles também vistoriaram as obras do aeroporto municipal, a construção de 256 apartamentos no Residencial Florais do Campo 1, e lançaram mais 320, pelo Residencial Florais do Campo 2, ambos com subsídio do programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama.

Entre outros investimentos do Estado, citados por Alexandre, no município, estão asfaltamento de estradas vicinais para assentamentos rurais, subsídios para ações culturais, auxílios na assistência social e a entrega de uma escola técnica.

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Alexandre também citou que as construções do aeroporto municipal e da Ferrovia Estadual Senador Vicente Vuolo, que fica a 60 quilômetros do município, vão trazer mais desenvolvimento para o município.

“Essa integração de modais tem feito muito bem a Mato Grosso, mas, sobretudo, a nossa região. De longe, o governador foi o que mais fez para Campo Verde”, apontou.

Pela tarde, a comitiva seguiu para Carlinda para a inauguração da ponte de 691 metros sobre o Rio Teles Pires e assinatura da ordem de serviço para asfaltar 75 quilômetros da MT-419.

Confira todos os investimentos entregues em Campo Verde desde 2019.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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