MATO GROSSO
“De longe, essa é a gestão que mais fez por Campo Verde”, afirma prefeito
O prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, afirmou que a atual gestão do Governo de Mato Grosso é, “de longe, a que mais fez pelo município”.
A fala ocorreu durante a vistoria das obras de construção de 256 apartamentos no Residencial Florais do Campo 1, nesta sexta-feira (21.2).
Na ocasião, o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes também anunciaram a construção de mais 320 unidades habitacionais Residencial Florais do Campo 2 – uma parceria do Estado, Prefeitura e Governo Federal.
“Temos políticas públicas do Estado que têm trazido grandes benefícios, desde pavimentação, infraestrutura, políticas para levar água, e também nas áreas da saúde e da habitação. De longe, essa é a gestão que mais fez por Campo Verde”, relatou o prefeito.
Ainda nesta sexta-feira, a comitiva do Governo do Estado vistoriou as obras do Aeroporto Municipal e fez a entrega da nova Escola Estadual Jupiara.
“Essa escola era para ser uma simples reforma. Tínhamos uma sala que estava caindo aos pedaços. Dava pra colocar uma mão na rachadura. Mas o Governo veio e fez uma escola novinha. Isso mostra a mão forte do Estado, registrou Lopes, acompanhado da esposa, a primeira-dama Rosilei Oliveira.
Desde 2019, o Governo de Mato Grosso já investiu mais de R$ 358 milhões em Campo Verde, em todas as áreas.
“São investimentos na Educação, na Infraestrutura, no Social. Acabamos de inaugurar uma Escola Técnica. Vamos receber a ferrovia a 60 quilômetros daqui. Passamos 364 dias sem roubo em Campo Verde, fazendo uso de toda aquela tecnologia do Vigia Mais MT, somada à integração e inteligência da Secretaria de Segurança. Só tenho que agradecer ao governador e à primeira-dama por essa atenção especial”, finalizou o prefeito.
Também estiveram nas agendas em Campo Verde: o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi; a deputada federal Gisela Simona; os deputados estaduais Beto Dois a Um e Chico Guarnieri; os secretários de Estado Alan Porto (Educação) e Fábio Garcia (Casa Civil); o presidente da MT Par, Wener Santos; além de vereadores e lideranças.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis
A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).
O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.
“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.
A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.
Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.
Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.
“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.
A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.
Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.
Foto: Layse Ávila | Setasc-MT
“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.
Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.
“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.
O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.
Fonte: Governo MT – MT
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