CUIABÁ

Eduardo Magalhães propõe CPI para investigar empresas de telefonia

04/02/2025
Eduardo Magalhães propõe CPI para investigar empresas de telefonia

Da Assessoria – Vereador Eduardo Magalhães

O vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) solicitou, nesta terça-feira (4), na Câmara de Cuiabá, o apoio dos parlamentares para assinarem o pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Energisa e as empresas de telefonia fixa e móvel, de internet banda larga e televisão por assinatura.
O objetivo é ouvir quais medidas estão sendo adotadas para a prevenção e solução de problemas ligados aos serviços oferecidos aos clientes.
“Existem casos em que o técnico não faz questão de instalar o cabo no poste ele o coloca na árvore. Em outras situações, o cidadão não consegue entrar na própria residência porque há um fio colocado em frente à garagem”, afirmou o vereador.&nbsp
No pedido de CPI, a justificativa é uma resposta à sociedade cuiabana acerca da prestação de serviços realizada pelas empresas responsáveis pela instalação e manutenção de fios de energia elétrica e de comunicação.&nbsp A existência de fios abandonados nos postes é um problema frequente que impacta tanto a aparência
da área urbana aanto na segurança e o funcionamento da rede elétrica.
Um dos problemas causados por esses fios é a poluição visual. A presença de fios soltos e entrelaçados nos postes transmite uma sensação de desordem e negligência, prejudicando tanto o visual quanto a qualidade de vida dos moradores, impactando também negativamente o turismo e a economia local. Outro aspecto importante é a segurança fios abandonados representam um risco à população, em especial quando estão energizados.
Crianças e animais podem se aproximar e sofrer graves acidentes. Os fios soltos podem causar incêndios ou interrupções no fornecimento de energia, afetando residências, comércios e serviços essenciais.
Vale lembrar que 99% dos fios são oriundos de empresas de telefonia e não de energia elétrica em sua maioria, são cabos antigos de telefonia móvel e digital que se tornaram obsoletos e caíram em desuso e, por questão de custo, as empresas acabam simplesmente por abandoná-los na rede”, finaliza Eduardo Magalhães.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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