POLICIAL

Polícia Civil de MT conclui etapa de criação do Plano de Integridade

O Grupo de Trabalho instituído pela Polícia Civil de Mato Grosso, de preparação do Programa de Integridade da instituição, se reuniu na tarde de terça-feira (10.12), para andamento das ações de criação do plano de “compliance”.

Os integrantes do grupo analisaram, debateram e validaram as respostas do questionário inserido na plataforma E-Prevenção, elaborada pelo Tribunal de Contas da União.

O questionamento autoavaliativo com 33 questões, visa identificar problemas e vulnerabilidades, além de avaliar e mapear riscos de integridade, identificar impactos específicos e propor medidas preventivas e corretivas.

O Grupo de Trabalho, instituído pela Diretoria Geral da Polícia Civil, vem trabalhando na laboração de estratégia de “Compliance”, e criação de procedimentos de práticas éticas para cumprimento dos objetivos do Programa Integridade do Estado de Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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