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Vida Leve: TCE-MT oferece suporte multidisciplinar para garantir bem-estar e prevenir doenças crônicas entre servidores

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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TCE-MT dá início ao Programa Vida Leve. Clique aqui para ampliar

A partir do acompanhamento individualizado, o Programa Vida Leve, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), vai garantir suporte nutricional, físico, psicológico e médico a 54 servidores que apresentaram risco de desenvolvimento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) como diabetes, problemas cardiovasculares e hipertensão.  

Realizada pela Secretaria Executiva de Gestão Pessoas, por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT), a ação começou nesta segunda-feira (19) e considera resultados de exames laboratoriais obtidos em maio, durante a Semana da Saúde, quando foram oferecidos serviços como pesagem e rastreamento de sedentarismo, dentre outros. 

À época, foi detectado, por exemplo, que 46% dos participantes estavam com sobrepeso, enquanto outros 21% apresentavam quadro de obesidade grau I, 21% obesidade grau II e 6% obesidade grau III. Para mudar esta situação, a coordenadora do NQVT, Estela Biancardi, destaca que os participantes devem manter o compromisso e a constância.  

“A Presidência da casa concorda que a excelência dos serviços passa pela qualidade de vida dos servidores. Então, nós criamos os planos de acompanhamento adaptados às necessidades de cada um. O que temos reforçado é a importância do comprometimento, para que se tenha uma mudança real”, pontuou nesta primeira reunião.  

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O processo se estende até o fim de novembro e inclui a prática de atividades físicas, sugestões de cardápio e análise do histórico clínico dos participantes. Vale destacar que o grupo já está fechado e que os resultados obtidos ao longo dos próximos meses vão subsidiar um estudo científico.  

Nesta terça-feira (20), o Núcleo receberá os servidores a partir das 8h30 para avaliação corporal com bioimpedância. “Daqui a 45 dias faremos uma nova avaliação para ver o que precisa ser mudado e, em novembro, o que esperamos, é que eles tenham recuperado sua saúde e que esse aprendizado os leve a uma melhor qualidade de vida”, diz Estela.  

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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O Programa vai garantir suporte multidisciplinar a 54 servidores que apresentaram risco de desenvolvimento de doenças crônicas. Clique aqui para ampliar

Esta também é a expectativa da servidora Rosinei Aparecida Ferreira de Araújo, do Núcleo de Patrimônio. “Já faço acompanhamento fora, mas como não tenho muito tempo, ter esse suporte dentro da instituição será de grande valia. Agora vou abraçar essa causa com muita dedicação.”

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Durante o encontro, a nutricionista do TCE-MT, Nara Nardez, ressaltou a urgência da prevenção de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. “Tivemos a chance de monitorar quem já têm doenças crônicas ou um perfil lipídico alterado e de ter o diagnóstico precoce daquelas pessoas que nem imaginavam que tinham.”

Para melhorar os índices laboratoriais dos participantes, o Programa Vida Leve conta com uma equipe multidisciplinar, formada também por médico, psicóloga e educador físico,  a fim de garantir atendimento individualizado, respeitando as condições de saúde e as particularidades de cada um.

“Quando falamos em mudar de vida, não estamos falando em escolhas drásticas, mas sim de aprender a comer de verdade, de ter uma base alimentar que vai fazer diferença no dia a dia. Nosso objetivo principal é elevar a qualidade de vida, não só para os servidores, mas também para suas famílias, porque isso é algo que vai se propagar”, conclui Nara.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
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Fonte: TCE MT – MT

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Sérgio Ricardo esquece que é presidente do TCE, dá uma de deputado, é criticado nas redes e esculhamba internautas, inclusive mulher, chamando seguidora de “idiota” Veja prints 

Presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso reagiu com ataques após receber críticas em publicação sobre o Portão do Inferno; repercussão negativa tomou conta das redes sociais e postagens acabaram apagadas

O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, protagonizou uma cena inusitada e polêmica nas redes sociais após publicar um vídeo criticando a demora nas obras do Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães. O que era para ser apenas uma manifestação institucional rapidamente virou um bate-boca público com internautas incluindo ataques direcionados a mulheres.

Nas respostas aos comentários, Sérgio Ricardo abandonou o tom institucional esperado de um chefe de órgão de controle e partiu para o confronto direto, utilizando palavras como “idiota”, “imbecil” e “massa de manobra” contra seguidores que questionaram sua atuação e o momento escolhido para criticar a situação da obra.

Uma internauta comentou:

“Mas vc tava onde quando essa baderna começou hein??? Tá um pouco atraso nessa mídia hein”.

Irritado, o presidente do TCE respondeu:

“Sempre estive defendendo os interesses do povo. E você estava onde? Com certeza escondida atrás dessa imbecilidade que demonstra nesta mensagem. Vai estudar. Deixa de ser idiota ou massa de manobra.”

A resposta gerou ainda mais revolta nos comentários. Diversos seguidores passaram a questionar a postura do presidente da Corte de Contas, alegando incompatibilidade entre o cargo ocupado e o comportamento adotado nas redes sociais.

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Outro internauta ironizou:

“Do nada o cara resolveu rodar Mato Grosso”.

Sérgio Ricardo voltou a rebater em tom agressivo:

“Não sou candidato a nada. Não preciso de voto. Estou trabalhando pois é o meu papel. É por causa de gente imbecil igual você que esse estado está desse jeito. Vai procurar o que fazer.”

A repercussão negativa se espalhou rapidamente em páginas políticas e grupos de WhatsApp, principalmente pelo fato de o presidente do TCE ter direcionado ataques a cidadãos comuns e utilizado termos ofensivos contra uma mulher que apenas questionou sua atuação.

Internautas também criticaram o que classificaram como “postura de pré-candidato”, afirmando que Sérgio Ricardo estaria tentando assumir protagonismo político em pautas populares enquanto deixa de agir com a sobriedade exigida pelo cargo que ocupa.

Após a repercussão e o aumento das críticas, publicações e respostas atribuídas ao presidente do TCE passaram a desaparecer das redes, aumentando ainda mais o desgaste do episódio.

Nos bastidores políticos, o caso já é tratado como mais um desgaste de imagem envolvendo agentes públicos que trocam o comportamento institucional por embates pessoais em redes sociais.

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