POLÍCIA FEDERAL

PF e Receita Federal deflagram operação contra sonegação de tributos e lavagem de dinheiro

Salvador/BA. A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, deflagrou nesta terça-feira (11/6), a Operação Xepa, que investiga lavagem de dinheiro procedente da sonegação de tributos.

A operação é resultado de investigação iniciada a partir de Representações Fiscais para Fins Penais, apresentadas pela Receita Federal em desfavor de duas empresas do ramo de distribuição de hortifrutigranjeiros e os seus reais proprietários, os quais integram um grupo econômico, ante a constatação de sonegação tributária com valores que ultrapassam R$ 10 milhões.

No esquema criminoso de lavagem de dinheiro revelado, o grupo econômico operava com empresas constituídas por pessoas interpostas, utilizando três empresas de distribuição de hortifrutigranjeiros e duas empresas patrimoniais, constituídas para ocultação e blindagem patrimonial.

As empresas operavam em um contexto de total confusão patrimonial. Elas atuavam no mesmo ramo de atividade, compartilhavam endereços e usavam as mesmas marcas comerciais. Além disso, havia um intenso fluxo de valores entre as pessoas jurídicas e físicas que integravam o grupo econômico.

No braço patrimonial do grupo, empresas constituídas em nome dos filhos dos beneficiários efetivos acumulam um patrimônio expressivo sem desenvolver qualquer atividade operacional. Esse patrimônio era adquirido através de compras de imóveis com recursos alheios às entidades e pagamentos diretos feitos pelas empresas do braço operacional.

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São cumpridos dez mandados de busca e apreensão, nas cidades de Ilhéus, Itabuna, Poções e Arraial D’Ajuda.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
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E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF restitui documentos históricos ao Arquivo Nacional

Rio de Janeiro/RJ. Nesta quarta-feira (17/6), a Polícia Federal restituiu ao Arquivo Nacional documentos históricos de natureza pública que haviam sido identificados em lotes anunciados em leilão.

As peças foram avaliadas por uma equipe técnica do Arquivo Nacional, que reconheceu a proveniência e a destinação pública, interditando a comercialização e providenciando o acautelamento dos itens para fins de preservação do patrimônio histórico brasileiro. O laudo descreve documentos originários de repartições públicas, ligados aos anos de 1824, 1865 e 1876.

Entre os documentos restituídos, está um conjunto de peças do ano de 1876, relacionado ao Ministério dos Negócios da Guerra. Uma das folhas é datada de 25 de setembro de 1876 e assinada por Duque de Caxias, que à época chefiava o referido ministério. O documento trata da ciência de ofício referente à inauguração de comunicação entre Paraíba e Pernambuco.

O mesmo conjunto inclui ainda uma peça de 27 de junho de 1876, oriunda da Secretaria de Estado dos Negócios da Guerra e assinada por José Maria Lopes da Costa, relacionada ao encaminhamento da Coleção de Leis da Província da Paraíba.

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Também foi restituído um documento histórico datado de 1824, assinado por Simplício José da Silva, tenente-coronel e comandante. O item tem origem na Junta do Governo Temporário da Província do Piauí.

O terceiro conjunto corresponde a um documento de 1865, assinado por José Thomaz Nabuco de Araújo Filho, então ministro dos Negócios da Justiça e pai do historiador, diplomata e político abolicionista Joaquim Nabuco. A peça tem origem ministerial e aborda tema relacionado à Guarda Nacional Imperial.

Com a restituição, as peças retornam à guarda do Arquivo Nacional, órgão responsável pela preservação, pelo tratamento técnico e pelo acesso ao patrimônio documental público federal, assegurando-se a conservação e a destinação adequada ao interesse histórico e cultural da sociedade brasileira.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
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(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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