POLÍCIA FEDERAL

PF realiza operação contra atos inconstitucionais durante as eleições de 2022

Ji-Paraná/RO. A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira, 19/10, a operação Democratia, visando a coleta de provas em investigação que apura a suposta prática de crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, ocorrido em dezembro de 2022.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, sendo seis em Ji-Paraná/RO e dois em Ariquemes/RO, expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná/RO.

As buscas resultaram na prisão em flagrante de uma pessoa em Ji-Paraná, por posse irregular de munições de uso permitido e na apreensão de duas armas de fogo, munições e celulares.

Durante as investigações, apurou-se que os suspeitos eram integrantes de um grupo em comum, que incentivavam e se organizavam para a prática de atos voltados a inviabilizar o exercício das atuações do Tribunal Superior Eleitoral na condução das eleições presidenciais de 2022, tais como incentivo a incêndio de veículos e outros atos tendentes a “instaurar o caos” na região de Ji-Paraná/RO.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais, sem prejuízo de outros delitos que sejam identificados no curso da investigação.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

Fone: (69) 3216-6273 | (69) 999728-890

E-mail: [email protected]

www.gov.br/pf

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos

Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (30/6), a Polícia Federal deflagrou a 2ª fase da Operação Anafóra, para combater lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recurso públicos, especialmente aqueles destinados à área da saúde.

Na ação, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros 4 pelo TRF2. 

A apuração dos atos de lavagem foi aprofundada após a deflagração da primeira fase da operação, no ano de 2022. Foi apurado que investigados mantêm bens próprios em nome de terceiros, realizam despesas incompatíveis com a própria condição financeira e participam de negociações vinculadas a imóveis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que venham a surgir no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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