TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Mais um juiz-auxiliar da Corregedoria se torna membro da Academia Mato-grossense de Direito

Dois juízes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) passam a fazer parte da Academia Mato-grossense de Direito (AMD), que reúne juristas renomados do Estado com intuito de fomentar a cultura jurídica em Mato Grosso. Recentemente, o juiz-auxiliar da CGJ-TJMT, Lídio Modesto da Silva Filho tomou posse durante cerimônia realizada em Cuiabá.
 
“É com alegria que compartilho esse momento com os nobres colegas. Uma trajetória acadêmica é feita de renúncias e certo esforço pessoal. Estou pronto para aprender e compartilhar conhecimento ao lado dos senhores seja na área do Fireito, da tecnologia ou outras pautas inerentes à nossa missão aqui designada”, disse o juiz corregedor Lídio Modesto.  
 
 
Além de Lídio Modesto, o juiz-auxiliar da CGJ-TJMT, Eduardo Calmon de Almeida Cezar também ocupa uma cadeira entre os acadêmicos e parabenizou o novo integrante da AMD. “Cumprimento meu colega Lídio Modesto pelo reconhecimento e desejo-lhe uma excelente jornada nesta Academia.”  
 
 
A vice-presidente do TJ, desembargadora Maria Erotides Kneip, durante a posse do magistrado falou sobre a importância da Academia, bem como do dever de defender e divulgar o Direito. “O Poder Judiciário está de braços abertos para ajudar a Academia a cumprir o seu mister, para levar o conhecimento do Direito, na defesa de todas as liberdades e dos direitos humanos”.  
 
 
O advogado Evandro Cesar Alexandre dos Santos assumiu a presidência da Academia e agradeceu o trabalho dos colegas bem como a competência dos que ali passaram anteriormente. “A Academia congrega profissionais e juristas que se dedicam ao estudo e a pesquisa do Direito, tem o objetivo de promover o intercâmbio técnico, científico, cultural e social. Tenho ciência da grande responsabilidade que assumo e vou atuar com essa consciência”, afirmou.  
 
 
O corregedor-geral parabenizou a nova diretoria e desejou sucesso, em especial, ao seu auxiliar da CGJ-TJMT recém-empossado. “Muito me orgulha em ver o nobre colega tomando posse nesta estimada Academia. É um reconhecimento à trajetória profícua e a devoção ao Direito, ao saber. A sociedade mato-grossense é quem ganha a partir de suas contribuições como acadêmico, ao lado de tantos outros magistrados competentes, os quais eu externo minha admiração”, disse o corregedor.
  
Academia Mato-grossense de Direito – A entidade é uma seccional da Academia Brasileira de Direito (ABD), criada em 2018 com juristas de todos os estados e cujo objetivo é o de debater o judiciário nacional. A AMD foi instalada um ano depois, em 2019, na Casa Barão (Rua Barão de Melgaço, 3869, centro), com a posse 16 acadêmicos e a diretoria composta por cinco membros.
  
Sobre o magistrado – Lídio Modesto é graduado em Direito pela Universidade de Cuiabá (1997). Mestre em Direito Agroambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Atualmente é juiz de Direito, no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso e está como juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ-TJMT). É membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral – ABRADEP e doutor em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. Ele é autor dos livros “Mecanismos Internacionais Não-Convencionais de Proteção ao Meio Ambiente e Propaganda Eleitoral.  
 
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1 – O juiz auxiliar da CGJ-TJMT recebe o diploma das mãos do membro da Academia, o advogado Cláudio Stabile. Foto 2 – Corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira e o novo presidente da Academia, Evandro Cesar, sorriem para a foto. O corregedor está de terno escuro e o corregedor de toga. 
 
 
Gabriele Schimanoski
 Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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