TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Inscrições abertas de processo seletivo para contratação temporária de oficiais de justiça

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) abriu processo seletivo simplificado para contratação temporária de oficiais de justiça, que irão atuar nas Comarcas de Água Boa, Apiacás, Campinápolis, Colniza e Terra Nova do Norte. São seis vagas no total, cujos contratos de trabalho terão duração de um ano, podendo ser prorrogados uma única vez, por igual período.
 
A remuneração será equivalente ao subsídio inicial do cargo de Oficial de Justiça, que corresponde ao valor de R$ 5.172,72. O contratado ainda fará jus a auxílio-alimentação, verba indenizatória para cumprimento de mandados de justiça gratuita, além de diligências. A carga horária é de 30 horas semanais.
 
Inscrições – As inscrições estão abertas e podem ser feitas, de forma gratuita, até o dia 05 de setembro, das 12h às 19h, exclusivamente na sede da Comarca em que o candidato pretende concorrer.
 
No ato da inscrição, que deve ser feita presencialmente pelo candidato ou seu procurador, o interessado deverá preencher a ficha de inscrição, apresentar documento de identificação original, diploma de graduação ou certificado de conclusão de curso de Bacharelado em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), carteira nacional de habilitação nas categorias A, B ou superior e os documentos classificatórios e comprobatórios, descritos no edital.
 
Requisitos – O processo seletivo simplificado ocorrerá mediante avaliação de currículo. A verificação dos requisitos mínimos e eliminatória. Já a avaliação de títulos e experiência profissional na área de Direito é classificatória.
 
Haverá ainda uma prova prática, de caráter eliminatório, separada em duas etapas, para a qual serão convocados os candidatos classificados na proporção de 10 candidatos por vaga.
 
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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