POLÍCIA FEDERAL

PF e Ministério do Trabalho reprimem trabalho em condições análogas à escravidão

Rio Branco/AC – A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público do Trabalho em Rondônia e Acre e o Ministério do Trabalho do Acre, resgatou oito trabalhadores em condições análogas à escravidão, entre eles três menores.

A Operação Claver foi realizada entre os dias 07 e 11/08 e partiu de denúncias recebidas pelos três órgãos sobre a situação degradante de trabalhadores em diversas propriedades cercadas de mata fechada, em fazendas que passam pelos municípios de Sena Madureira e Manoel Urbano, a horas de distância de qualquer centro urbano.

Os trabalhadores foram encontrados sem equipamentos, sem primeiros socorros e sem água potável. A comida e a moradia eram precárias, com jornadas exaustivas e sem formalização de documentos trabalhistas. Além dos resgates realizados, os proprietários das terras e os gerentes destas foram autuados pelo Ministério Público do Trabalho em Rondônia e Acre e pelo Ministério do Trabalho do Acre, em decorrência do descumprimento de diversas normas trabalhistas.

No que tange à responsabilização criminal dos envolvidos, a pena prevista para o crime de redução à condição análoga à de escravo é de oito anos de reclusão e multa, além da pena correspondente à violência.

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O nome da operação faz referência a S. Pedro Claver, missionário protetor dos escravos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Fone: (68) 99912-8812

E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate esquema de fraudes no Sistema Financeiro Nacional

São Paulo/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23/6), a Operação Miragem, com o objetivo de apurar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional supostamente praticados no âmbito da gestão de uma instituição financeira.

Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. A decisão judicial também autorizou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro e bloqueio de bens e valores de até R$ 670 milhões.

As investigações, subsidiadas por relatórios do Banco Central do Brasil, apontam que os investigados teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a real situação financeira da instituição, aparentar solvência perante os órgãos de controle e viabilizar operações supostamente irregulares.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas, previstos na Lei nº 7.492/1986, que define os crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
Telefone: (11) 3538-5013
Instagram: @pfsaopaulo

Fonte: Polícia Federal

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