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ALMT discute parceria com Secel para agilizar aplicação das emendas parlamentares

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Com o objetivo de dar mais celeridade na aplicação das emendas parlamentares destinadas à Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) discute a realização de um convênio com a pasta. A proposta foi tratada numa reunião realizada no último dia 16 com representantes dos dois poderes e já recebeu parecer favorável da mesa diretora. Os trabalhos conjuntos devem iniciar até o final de junho.

A iniciativa, segundo o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB) que coordenou o encontro, atende a um pedido da Secel com o objetivo de garantir apoio para agilizar os processos de pagamento de emendas parlamentares, considerando que, atualmente, ela é a pasta que mais recebeu emendas dos deputados e, além disso, sofreu redução no número de servidores, ponto que também foi tema de discussões.

Avallone explicou que a interlocução com a secretaria também atende a uma solicitação do Colégio de Líderes da ALMT para aprimorar os projetos enviados ao Executivo e diminuir as dificuldades na execução das emendas parlamentares. “Não é o caso da Secel, que hoje acumula 40 % das emendas parlamentares e isso mostra competência”, adiantou o parlamentar. “Mas como lá o recurso é destinado rapidamente, que é o que os deputados querem para dar uma resposta à população, isso acaba atraindo novos investimentos para a pasta, que é o que está acontecendo este ano”, concluiu.

Ele destacou que a Secel tem um sistema de trabalho que funciona muito bem e que pretende compartilhar com outras secretarias. “A intenção também é de aprimorar o processo em todas as secretarias para que a agilidade seja a mesma em todas elas”, afirmou Avallone.

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O deputado Beto Dois a Um (PSB), que esteve à frente da Secel de 2020 a 2022, também participou da reunião e destacou a necessidade de uma ação conjunta para garantir a eficiência alcançada nos últimos anos. “No ano passado, a Secretaria formalizou convênio para a execução de 98% das emendas destinadas. Este ano, temos uma excepcionalidade que são os desafios que despontam com a transferência de recursos das leis Paulo Gustavo (LPG) e Aldir Blanc 2 (LAB2), além do volume das emendas parlamentares”, explicou.

A ALMT, segundo o deputado, tem hoje R$ 96 milhões para aplicação em cultura, esporte e lazer, em todo estado, empenhados por meio de emendas parlamentares. Já o governo federal anunciou, ainda para o primeiro semestre, a liberação dos recursos da LPG, que somam R$ 63 milhões e no segundo semestre a entrada de mais R$ 60 milhões, por meio da Lei Paulo Gustavo. “Se não criarmos juntos uma força tarefa nós vamos fracassar porque é impossível lidar com destinação desse orçamento tão alto com uma equipe pequena e sobrecarregada”, ressaltou o deputado.

Ele explicou que a parceria não exclui a necessidade de o estado ampliar o número de servidores nos quadros da Secretaria. “Hoje os servidores trabalham de maneira muito eficaz, mas no limite do seu esforço. Não é brincadeira dizer que já trabalhamos noite adentro e em finais de semana para dar conta da demanda”, afirmou. 

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“Fiz um requerimento ao governador para que sejam realizadas contratações temporárias, mas enquanto isso vamos unir força para os trabalhos não ficarem prejudicados porque entendemos a importância das emendas parlamentares para incrementar ações em que o orçamento do estado não cobre”, concluiu.

O convênio – O termo de cooperação já foi formalizado e recebeu aprovação da Mesa Diretora.  O acordo prevê a designação temporária de dez servidores da ALMT para ajudar nas demandas da pasta. Os trabalhos conjuntos devem ter início até o final de junho.

“Os termos de cooperação já estão prontos e o documento se encontra em fase de finalização junto à Secel, que está apenas definindo o Plano de Trabalho”, explica a consultora parlamentar da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Janaina Polla Reinheimer, uma das responsáveis pela elaboração do documento.

Janaina destacou que a Secel desenvolveu uma dinâmica muito eficiente para agilidade na aplicação das emendas que a ALMT já estuda como adaptar o modelo em outras secretarias. “Estamos trabalhando em mudanças na lei de Orçamento e a prioridade serão as secretarias de saúde e de educação, para descentralizar os recursos e chegar rapidamente aonde precisa”, adiantou a consultora.

Fonte: ALMT – MT

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Janaína Riva e Margareth Buzetti concentram maiores valores do fundo eleitoral entre candidatas ao Senado

Candidatas receberam, juntas, cerca de R$ 6,9 milhões para as campanhas ao Senado em Mato Grosso

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As candidatas ao Senado por Mato Grosso Janaína Riva (MDB) e Margareth Buzetti (PP) concentram os maiores valores do fundo eleitoral entre as candidaturas majoritárias no Estado. Conforme os dados apresentados, Janaína recebeu R$ 3,7 milhões, enquanto Buzetti soma R$ 3,2 milhões em recursos destinados à campanha.

A maior parcela do caixa de Janaína Riva veio do fundo eleitoral do MDB. A candidata recebeu R$ 3,5 milhões da executiva nacional da sigla. O candidato ao governo e senador Wellington Fagundes (PL) também contribuiu para a campanha, com um repasse de R$ 126,6 mil. Outros R$ 37,8 mil foram destinados pela direção estadual do PL.

Margareth Buzetti, por sua vez, recebeu R$ 2,9 milhões da direção nacional do Progressistas. Com os demais recursos declarados, a campanha da candidata chega a aproximadamente R$ 3,2 milhões.

Entre os demais candidatos ao Senado, José Medeiros (PL) aparece com R$ 2,3 milhões em recursos. Desse montante, R$ 1 milhão foi repassado pela direção nacional do partido e R$ 370,5 mil vieram da direção estadual do PL.

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O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) declarou pouco mais de R$ 1 milhão em recursos. A maior parte foi repassada pela direção nacional da legenda, enquanto o diretório estadual, presidido por Mendes, destinou R$ 25 mil à campanha.

Já Antônio Galvan (Avante) declarou R$ 633 mil. Segundo os dados, o candidato não recebeu repasses partidários, tendo a arrecadação composta por doações. Entre os doadores estão empresários ligados ao agronegócio, com destaque para Fernando, Rafael e Felipe Bilibio, que contribuíram com R$ 100 mil cada.

O senador Carlos Fávaro (PSD) declarou R$ 578,7 mil, sendo R$ 328,8 mil provenientes da direção estadual do PSD em Mato Grosso. O ex-governador Pedro Taques (PSB), por sua vez, soma R$ 579,9 mil, dos quais R$ 500 mil foram repassados pela direção nacional do partido.

Os valores refletem os recursos declarados pelas campanhas até o momento e podem sofrer alterações conforme novos dados sejam registrados e disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

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