MATO GROSSO

Megaoperação da Polícia Civil cumpre 224 mandados contra integrantes de organizações criminosas

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (04.05), a Megaoperação Conexão 15 para cumprimento de 224 ordens judiciais, entre mandados de prisão preventiva e busca e apreensão, tendo como alvo integrantes de facções criminosas em todo estado de Mato Grosso.

A megaoperação integra o planejamento da Diretoria Geral de repressão à criminalidade no estado, por meio de uma investigação criteriosa e qualificada, aprimorando e ampliando a atuação no combate ao crime organizado, demonstrando a força do Estado perante as organizações criminosas que insistem em tentar tirar a tranquilidade da população mato-grossense.

Reunindo policiais de todas as Regionais do estado, a operação tem como foco o cumprimento de 115 mandados de prisão preventiva e 109 de busca e apreensão, decretados com base em investigações da Polícia Civil. Foram identificados criminosos ligados a organizações criminosas envolvidas em diferentes crimes, como tráfico de drogas, roubos, furtos, lesão corporal, tortura e homicídios.

Os mandados são cumpridos principalmente no interior do estado, em cidades das Regionais de Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Nova Mutum, Juína Guarantã do Norte, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Tangará da Serra e Vila Rica.

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Ao todo 524 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados participam da megaoperação, sendo empregadas mais de 130 viaturas no cumprimento dos mandados.

Operação

Conexão 15 faz referência ao planejamento da Polícia Civil para cumprimento de mandados, especialmente de prisão, de forma simultânea contra alvos de investigações realizadas nas 15 Regionais do estado de Mato Grosso.

Os trabalhos da operação tiveram início na semana passada, ocasião em que foram cumpridos 95 mandados entre prisões e busca e apreensão, na regional de Juína, sendo cumpridos ordens judiciais nas cidades de Brasnorte, Juara, Nortelândia, Porto dos Gaúchos, Aripuanã, Tangará da Serra, Rondonópolis, Cuiabá e Várzea Grande, inclusive, dentro do Sistema Penitenciário, além dos estados de Santa Catarina e Minas Gerais.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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