TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Centro Judiciário de Solução de Conflitos de Barra do Garças realiza audiências em Torixoréu

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Barra do Garças concluiu com sucesso as audiências agendadas durante o Mutirão de Conciliação no município de Torixoréu.
 
Segundo o coordenador do Cejusc de Barra do Garças, juiz Carlos Augusto Ferrari, as sessões renderam bons frutos, com muitos acordos realizados em temas como pensão alimentícia, exoneração de alimentos e divórcio.
 
Nas causas sobre dívidas no comércio local, algumas das partes concretizaram acordos e já procuraram os estabelecimentos para quitarem os seus débitos.
 
Um caso que chamou a atenção da equipe do Cejusc foi o do senhor Valter, que morou no município de Nova Monte Verde, passou por uma separação e mudou-se para o município de Torixoréu.
 
Após constituir família na nova localidade, o senhor Valter já tentava o divórcio com a ex-companheira há cerca de quatro anos, sem obter sucesso. Foi então que eles passaram pelo atendimento com a equipe do Judiciário no mutirão e depois participaram de uma audiência híbrida na sexta-feira, para enfim concretizarem o anseio.
 
O senhor Valter esteve presencialmente na audiência, enquanto a ex-companheira participou por videoconferência, a uma distância de mais de 1.500 km. Com o acordo realizado, o magistrado do Cejusc já proferiu a sentença no ato e efetivou o divórcio.
 
O senhor Valter afirmou estar muito satisfeito com a atuação do Cejusc. “Eu gostei demais. Já vai pra quatro anos que estávamos mexendo e nunca dava certo. Vim aqui no dia 28 e agora no dia 10 já saio com o papel na mão, foi tudo muito rápido”, completa o morador de Torixoréu.

Mutirão da Cidadania – O mutirão que deu origem às audiências foi realizado pelo Cejusc no dia 28 de fevereiro, em parceria com a Prefeitura de Torixoréu. Durante o dia, das 8h às 17h, foi oferecido atendimento à população do município.
 
A equipe do Judiciário presente no mutirão foi composta pelo juiz-coordenador do Cejusc de Barra do Garças, Carlos Augusto Ferrari, pela gestora do Cejusc, Telma Salamoni, pelo conciliador do Cejusc, Jhonatan Marcelino de Sousa e pela estagiária, Stephanny Ariela da Silva.
 
Torixoréu pertence à comarca, juntamente com os municípios de Barra do Garças, Ribeirãozinho, Araguaiana e General Carneiro.
 
#Paratodosverem
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Primeira imagem: equipe do Cejusc em pé, ao lado de pessoas que participaram de acordos intermediados durante as audiências em Torixoréu.
Marco Cappelletti/ Fotos Cejusc de Barra do Garças
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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