MATO GROSSO

Casa Silva Freire abre temporada 2023 com conversas sobre questões ambientais

Publicados

em

A observação da relação entre ser humano e natureza impulsionou as criações do poeta Silva Freire. Dedicado às temáticas telúricas, tinha clareza de que a salvaguarda dos costumes e tradições estava intimamente ligada à necessidade de conservar o lugar onde se vive.

Em torno dessa perspectiva que a pesquisadora em Educação Ambiental, Michèle Sato, e o escritor Aclyse Mattos discutem o pensamento e arte de Silva Freire na primeira live de 2023 da série “Conversas ao pé do cajueiro”. Tendo como ponto de partida um de seus poemas, o “Rio-equilíbrio”, eles analisam as questões ambientais em Silva Freire, tema dos mais urgentes na atualidade, abrindo a programação oficial da associação neste ano.

A filósofa Maurília Valderez segue mediando a série de lives, que chega agora à sua quarta edição. A conversa está marcada para as 17h de terça-feira (31.01), com transmissão via canal da Casa Silva Freire no YouTube, mas ficará disponível para ser revista depois.

A diretora da Casa, Larissa Silva Freire Spinelli explica que o objetivo é dialogar sobre diversos prismas presentes na obra do poeta. “E a partir delas, refletir sobre as transformações urbanas experimentadas pela cidade de Cuiabá desde a segunda metade do século XX. O poeta, ao observar as mudanças decorrentes da urbanização nas décadas de 1970-1980, costumava dizer: ‘estão encaixotando a nossa qualidade de vida’”, destaca Larissa.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros Militar capturam jiboia que estava em calçada de residência

“Em que medida as suas críticas podem oferecer caminhos para pensarmos as questões urbanas atuais na cidade de Cuiabá? Como essas questões são contempladas na sua obra poética? Essas são algumas perguntas que orientam nosso projeto ‘Conversas ao pé do cajueiro’”, pondera.

O projeto integra a nova programação da Casa Silva Freire, uma das instituições vencedoras do edital Rede Pontos de Cultura, da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT).

Os convidados

Michèle Sato é professora doutora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), pesquisadora do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA), e realiza um novo pós-doutorado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Aclyse Mattos é poeta, escritor e professor do curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda da UFMT. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e doutor em Comunicação pela UFMG.

Já a mediadora Maurília Valderez é graduada em filosofia pela Universidade de Passo Fundo e mestra em Educação pela UFMT.

Leia Também:  Confira a lista dos novos beneficiados com habilitação gratuita pelo SER Família CNH Social

Casa Silva Freire

Localizada na Rua Cândido Mariano, 707, Centro Norte de Cuiabá, a Casa de Cultura Silva Freire abriga o acervo literário do poeta Silva Freire. Ponto de Cultura integrante da Rede de Pontos de Cultura de Mato Grosso, foi fundada em 8 de abril de 2010. É uma associação sem fins lucrativos, que possui a finalidade de preservar e difundir a obra do poeta Benedito Sant’Ana da Silva Freire e a produção do Movimento Intensivismo e Poema//Processo, por meio da promoção e incentivo à cultura, educação, literatura, arte e ciências no Estado de Mato Grosso.

Fonte: GOV MT

Propaganda

MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

Publicados

em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

Leia Também:  Prazo de inscrição para concurso da Unemat é aberto; isenção de taxa deve ser solicitada até o dia 11

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros socorre vítima de acidente de trânsito em Cáceres

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA