MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Corregedoria Nacional lança editais para publicação de artigos

A Corregedoria Nacional do Ministério Público lançou este mês quatro editais com abertura de prazo para apresentação de artigos que poderão ser publicados na Revista Jurídica do órgão. A edição abordará a “Atuação preventiva do Ministério Público no Estado Democrático de Direito”, “Fomento à Resolutividade”, “Integridade no Ministério Público Brasileiro” e “Unidade e independência funcional: Um diálogo estratégico necessário para o fortalecimento institucional”. O prazo para participação termina no dia 10 de março.

De acordo com os editais, podem participar da edição da revista membros e servidores do Ministério Público brasileiro, pesquisadores, docentes e discentes dos Programas de Pós-Graduação, e profissionais das áreas do Direito, do Brasil e do exterior. Poderão ser encaminhados, na forma de artigos, projetos sociais e institucionais, relatórios, comentários às decisões judiciais e boas práticas desenvolvidas pelo Ministério Público que tenham pertinência às temáticas.

Em relação à atuação preventiva do Ministério Público Democrático de Direito, os artigos poderão abordar  aspectos sobre a prevenção aos danos como novo paradigma da justiça, o papel do Ministério Público na construção de política de prevenção aos ilícitos, o plano de atuação funcional como mecanismo de atuação preventiva, o planejamento estratégico como mecanismo de atuação preventiva e a atuação pautada pela jurimetria para prevenção de ilícitos.

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Já os artigos voltados ao “Fomento à resolutividade” poderão tratar do conceito e compreensão da atuação resolutiva, a atuação da administração e corregedorias do Ministério Público no fomento à resolutividade, estudos das normas sobre resolutividade, atuação concertada entre primeira e segunda instância em vista à resolutividade, a autocomposição e a justiça pactuada no modelo resolutivo do Ministério Público contemporâneo, e a superação dos critérios meramente quantitativos, formais e temporais para avaliação da atuação do Ministério Público para alcance de indicativos de desempenho e resultados sociais obtidos.

Sobre o tema principal “Unidade e independência funcional: integridade no Ministério Público Brasileiro”, os artigos poderão abordar aspectos relacionados princípios e fundamento de integridade, sistema de integridade do MP brasileiro (impactos e controles nas licitações e contratos da instituição), os pilares do programa de integridade aplicados ao MP brasileiro, Integridade e o papel das Corregedorias do Ministério Público (integração entre corregedorias e comitês de integridade), a atuação do Ministério Público na implementação de integridade nas instituições públicas e privadas, o regime de colaboração privada no enfrentamento dos ilícitos por meio dos programas de integridade e a atuação do Ministério Público, a validade das provas produzidas pelas investigações internas de pessoas jurídicas que possuem programa de integridade, boas práticas de integridade e respectivos programas nas Unidades e Ramos no MP brasileiro.

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Saiba mais, acessando os  editais

Fonte: MP MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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