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Despertando: Senar/MS leva alfabetização para população rural

Programa na modalidade híbrida tem a estrutura disponibilizada pelo Senar On, que leva conectividade no campo

A primeira turma do programa Despertando, do Senar/MS, teve sua aula inaugural na noite desta segunda-feira (16), no Sindicato Rural de Aral Moreira. O programa visa proporcionar a alfabetização e letramento da população rural adulta.

No primeiro encontro, os 10 alunos participantes assistiram uma palestra instrutora Arley Lobo. O curso terá duração de seis meses e será oferecido na modalidade híbrida, utilizando toda estrutura disponibilizada pelo programa Senar On, que leva conectividade às áreas rurais.

Participaram da aula inaugural o diretor-tesoureiro do Sindicato Rural de Aral Moreira, Osvin Mittanc; o coordenador do Senar On, Wellington Matsumoto; a analista educacional e responsável pelo programa Despertando, Arilaine Pessoa; a monitora do polo Senar On em Aral Moreira, Thainara Mittanck; a instrutora do programa Despertando, Tais da Rosa Marques; e do mobilizador do Sindicato Rural de Aral Moreira, Obedias Miranda.

Senar On – Lançado em agosto do ano passado, o projeto do Senar/MS estrutura polos de ensino profissionalizante com internet via satélite em comunidades rurais do estado. A iniciativa tem como meta equipar 69 bases para promover ações de educação nos municípios atendidos pelos sindicatos rurais.

Fonte: CNA Brasil

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Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor

A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.

O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.

Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.

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Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).

A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.

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Fonte: Pensar Agro

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