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Deputado Thiago Silva promove ações em prol da qualificação e empoderamento feminino

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Projeto Flor do Cerrado, criado pelo deputado em 2019

Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) tem se destacado na atual legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) como um defensor da pauta feminina no parlamento estadual. O parlamentar tem realizado ações sociais de qualificação e proposto projetos de leis com o objetivo de empoderar e garantir mais oportunidades e a inserção no mercado de trabalho para milhares de mulheres.

Idealizado pela sua esposa Eliane Moreira, Thiago Silva criou ainda em 2019 o Projeto Flor do Cerrado, que realizou cursos de qualificação para mais de 500 mulheres de Mato Grosso. Neste projeto, mulheres aprendem técnicas de panificação, confecção de doces e compotas, ovos de páscoa, além de aulas de costura e crochê com o intuito de gerar renda para essas famílias, principalmente no período de pandemia.

“Nós agradecemos a oportunidade de conhecer e ter acesso a estes cursos gratuitos que estão garantindo a geração de renda para a comunidade do nosso bairro. Estamos mais motivadas e felizes por ter essa chance de ajudar na renda familiar”, disse a jovem Marília Vitória que fez o curso de pintura em tecido em Rondonópolis.

Outra iniciativa importante de Thiago Silva foi a Lei 11061/2019, que criou em Mato Grosso a delegacia 24h para atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Após a inauguração da primeira delegacia 24h em Cuiabá, o deputado solicita apoio do governo para ampliar este atendimento também nas cidades-polo do Estado como Rondonópolis, Sinop, Cáceres, Primavera do Leste, Tangará da Serra, Juína, Barra do Garças, Colniza, Confresa e Água Boa.

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“De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, após a inauguração da primeira delegacia da mulher 24h, reduziu 30% o número de feminicídio em Cuiabá e Várzea Grande, logo precisamos que o governo tenha a sensibilidade de ampliar esse atendimento que salva vidas e atende mulheres que sofrem todos os tipos de violência”, disse o deputado Thiago Silva.

O deputado também é o autor da lei 11573/2021 que trata da criação do Programa Mães de Mato Grosso, com objetivo de proteger a saúde da gestante em situação de vulnerabilidade social e do recém-nascido. Silva também apresentou o projeto para criar na Assembleia Legislativa a Comenda Professora Vilma Moreira, para homenagear lideranças comunitárias femininas de todo estado.

Thiago Silva atendeu durante o mandato centenas de mulheres com os projetos Qualifica MT e Tocando em Frente, que garantiram mais oportunidades para o público feminino. O Qualifica MT tem o objetivo de viabilizar cursos técnicos em parceria com o Senai na área da produção de salgados e pães, eletricista, costura, entre outros. Já o projeto Tocando em Frente permitiu que crianças e jovens aprendessem a tocar violão por meio de aulas gratuitas, tornando-se um projeto modelo em Mato Grosso.

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Projetos de Lei – Entre os projetos apresentados na ALMT, destacam-se o Projeto de Lei 118/2022, que cria a campanha de conscientização  veiculada em ônibus, pontos e coletivos em todo o estado com o tema: “Meu corpo não é coletivo”, contra o assédio. O projeto de lei 220/2019 propõe a instituição do Dia de Combate ao Feminicídio em Mato Grosso. O projeto de lei 519/2020 cria o programa estadual de transferência de renda para mulheres chefe de família que não foram contempladas com o auxílio emergencial durante a pandemia e o projeto de lei nº 435/2021, que dispõe sobre a criação e implementação do Programa Qualificação Feminina. “É o nosso dever como homem público propor leis e iniciativas que visam proteger e amparar mulheres em vulnerabilidade social, que infelizmente tem sofrido com agressões físicas e psicológicas no estado. Continuaremos defendendo o empoderamento das mulheres e mais oportunidades de inserção no mercado de trabalho e geração de mais renda para a família”, finaliza o deputado.

Fonte: ALMT

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Medeiros ataca STF, mas poupa Alcolumbre, que segura impeachment de Moraes e desagrada ala conservadora bolsonarista

Candidato ao Senado endurece discurso contra ministros do Supremo, mas evita confronto com presidente da Casa responsável pelo andamento dos pedidos de impeachment; esposa do deputado está lotada na estrutura da Presidência do Senado desde 2019

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O deputado federal e candidato ao Senado José Medeiros (PL) tem elevado o tom contra o Supremo Tribunal Federal (STF), cobrando uma reação mais firme do Congresso e defendendo medidas contra integrantes da Corte. O discurso, porém, encontra um contraste quando as cobranças chegam ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Alcolumbre ocupa posição central nesse debate porque cabe à Presidência do Senado decidir sobre o encaminhamento dos pedidos de impeachment contra ministros do STF. A resistência ao avanço do impeachment de Alexandre de Moraes tem provocado críticas de integrantes da ala conservadora e bolsonarista.

Medeiros, entretanto, direciona seus ataques principalmente ao Supremo e não adota contra Alcolumbre o mesmo tom utilizado para criticar os ministros da Corte.

O contraste ganha outro ingrediente político. Ruth Shizue Yamamoto Medeiros, esposa do parlamentar, é servidora efetiva da Prefeitura de Rondonópolis e, segundo os registros apresentados, está cedida ao Senado Federal desde 2019, onde atua na estrutura da Presidência da Casa.

Dados do Portal da Transparência municipal reproduzidos na publicação apontam que Ruth ingressou no serviço público em abril de 2002, ocupa o cargo de especialista em saúde e mantém vínculo ativo com o município. O sistema registra remuneração bruta de R$ 16.989,58 e jornada de 30 horas semanais.

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A cessão ao Senado teve início em 2019, mesmo ano em que Medeiros assumiu seu primeiro mandato como deputado federal. Segundo as informações apresentadas, Ruth passou a trabalhar na estrutura da Presidência do Senado durante a primeira gestão de Davi Alcolumbre.

A servidora permaneceu na estrutura durante o período em que Rodrigo Pacheco presidiu a Casa e, atualmente, com Alcolumbre novamente no comando, aparece nos registros citados como Ajudante Parlamentar Júnior (AP-01), lotada na Presidência do Senado Federal.

PRESSÃO BOLSONARISTA

A postura de Medeiros contrasta com a de outros integrantes do campo bolsonarista. Conforme o material apresentado, Flávio Bolsonaro já responsabilizou diretamente Alcolumbre pela falta de avanço do impeachment de Alexandre de Moraes, afirmando que o Senado não estaria fazendo sua parte.

Medeiros segue caminho diferente. Embora faça críticas contundentes ao STF — chegando a afirmar que a Corte teria virado uma “casa da mãe Joana”, o deputado já fez declarações públicas de confiança em Alcolumbre.

Em discurso na Câmara citado na publicação, Medeiros afirmou acreditar que, pela experiência, Davi Alcolumbre poderia “restabelecer o equilíbrio no País”.

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Alcolumbre, por sua vez, já se posicionou publicamente contra a utilização do impeachment como resposta aos conflitos institucionais envolvendo o Supremo.

É justamente nesse ponto que discurso e prática passam a ser confrontados: Medeiros cobra uma reação contra o STF e busca identificação com o eleitorado conservador, mas evita direcionar a mesma pressão ao presidente do Senado, que detém poder político sobre o andamento dos pedidos de impeachment.

A situação funcional da esposa do parlamentar, isoladamente, não representa irregularidade. O elemento político está na relação mantida com a estrutura da Presidência do Senado e no contraste com o discurso adotado pelo candidato.

Em plena campanha ao Senado, Medeiros terá de explicar ao eleitorado conservador por que dispara contra o STF, mas preserva Alcolumbre justamente quando uma parcela importante da base bolsonarista cobra do presidente do Senado o avanço do impeachment de Alexandre de Moraes.

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