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Governo deve oferecer linhas de crédito para a construção de novos terminais de abastecimento de GNV


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado Ulysses Moraes (União) apresentou uma Indicação n° 80/2022 ao governo de Mato Grosso sobre a necessidade de oferecer uma linha de crédito com condições atrativas para a construção de novos terminais de abastecimento de Gás Natural Veicular (GNV) no estado. 

“Os constantes aumentos nos preços de combustíveis, principalmente gasolina e etanol, resultaram em uma grande migração de motoristas para o Gás Natural Veicular (GNV). E aqui na região metropolitana de Cuiabá, por exemplo, temos apenas três postos oferecendo o GNV”, disse Moraes.

Vale ainda destacar que os motoristas de aplicativo são a maioria dos que fizeram a migração. E com apenas três postos oferecendo o GNV na região metropolitana de Cuiabá, filas quilométricas têm se formado, além de serem frequentes os relatos de desabastecimento.

Nesse sentido, o parlamentar afirma que a falta de estrutura e atendimento é a preocupação para a grande demanda na região metropolitana atualmente. 

“Assim, embora a quantidade de postos diga respeito a uma decisão da esfera privada dos empreendedores, é possível que o governo adote medidas de incentivo e facilitação para abertura de novos postos de abastecimento de GNV, tornando mais atraente para a iniciativa privada o investimento na criação de novos terminais de abastecimento. Por isso fizemos essa indicação”, finalizou o deputado.

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Fonte: ALMT

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“SAMU E CORPO DE BOMBEIROS SÃO COMPLEMENTARES. APROVAÇÃO DESTE PROJETO AMPLIA A CAPACIDADE DE SALVAR VIDAS”, DESTACA WELLINGTON

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), por 65 votos favoráveis e apenas dois contrários, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2021, que autoriza a destinação voluntária de emendas parlamentares da saúde para custear o atendimento pré-hospitalar realizado pelos Corpos de Bombeiros Militares dos estados e do Distrito Federal. A matéria segue agora para sanção presidencial.

O pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), votou favoravelmente à proposta e defendeu a iniciativa durante a sessão, ressaltando que o projeto representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido diariamente pelos bombeiros em todo o país.

Para Wellington, a medida garante segurança jurídica para que parlamentares possam fortalecer um serviço essencial, sem criar novas despesas para a União e sem retirar recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O atendimento pré-hospitalar realizado pelos bombeiros salva milhares de vidas todos os dias. O projeto apenas permite que esse serviço também possa receber investimentos por meio das emendas da saúde, fortalecendo a estrutura de quem está na linha de frente do socorro à população”, afirmou.

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Durante seu pronunciamento, o senador destacou que os Corpos de Bombeiros Militares reúnem mais de 70 mil profissionais em todo o Brasil, responsáveis por mais de um milhão de atendimentos pré-hospitalares por ano, operando cerca de duas mil ambulâncias de resgate e aeronaves de suporte avançado à vida.

Wellington também ressaltou a realidade de seu estado, Mato Grosso, com dimensões continentais e grandes desafios logísticos.

“Somente em 2025, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso realizou mais de 44 mil atendimentos pré-hospitalares e atendeu quase 14 mil ocorrências de acidentes de trânsito. Em muitas situações, quem chega primeiro para salvar uma vida é justamente o bombeiro militar”, destacou.

O pré-candidato ao Governo, enfatizou ainda que a proposta não cria qualquer disputa entre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e os Bombeiros.

“São serviços complementares. Enquanto o SAMU é referência nas urgências clínicas, os bombeiros atuam de forma decisiva nos acidentes, resgates, desastres e ocorrências em locais de difícil acesso. Quem precisa de socorro não quer saber qual instituição chegou primeiro; quer apenas ser salvo”, afirmou.

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O texto aprovado proíbe que os recursos sejam utilizados para pagamento de pessoal ativo ou inativo dos Corpos de Bombeiros, limitando sua aplicação ao custeio e aos investimentos diretamente relacionados ao atendimento pré-hospitalar, como aquisição de ambulâncias, equipamentos de resgate e tecnologias para ampliar a capacidade de resposta das corporações.

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