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Operação reúne Polícias Civis do País em ações repressivas e preventivas no combate à violência doméstica


Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso iniciou nesta semana a 2a edição da Operação Resguardo, maior ação de combate a crimes de violência contra a mulher no Brasil, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública com a participação de todas as Polícias Civis do País. A operação tem foco na conclusão de procedimentos policiais, cumprimentos de mandados de prisão e de buscas, checagem de denúncias e fiscalização do cumprimento de medidas protetivas.

Em Mato Grosso, as oito Delegacias de Defesa da Mulher na região metropolitana e interior do estado, O Plantão 24h de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabáe os Núcleos de Defesa da Mulher estão engajados na operação, que contará ainda com ações preventivas, como a realização de palestras e panfletagem e um pedal no dia 07 de março, em Várzea Grande.

As ações das delegacias também levarão orientações a vítimas que tiveram o descumprimento de medidas protetivas, além da checagem de denúncias e cumprimento de buscas em casos em que haja suspeita de armas de fogo em poder de suspeitos de atos de violência doméstica. As ações contarão com apoio da Patrulha Maria da Penha, da Polícia Civil, e Guarda Municipal de Várzea Grande.

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Nesta semana serão realizadas ações preventivas e palestras em Tangará da Serra; no dia 14 em Mirassol d’Oeste e em Cáceres no dia 21 de fevereiro. Na sequência, as atividades serão desenvolvidas nas cidades Rondonópolis, Nova Mutum, Primavera do Leste e Várzea Grande.

A operação será concluída no dia 08 de março, com a divulgação do balanço geral das ações realizadas no período.

A delegada Mariell Antonini Dias, que coordena a operação em Mato Grosso, destaca que mesmo com a redução no número de feminicídios registrados no ano passado em compração com o período anterior, é fundamental o desenvolvimento de ações integradas. “A questão da violência contra a mulher ainda é cultural, basnte naturalizada e muito presente na sociedade brasileira. E verificamos que há certa sensação de impunidade entre os autores, sendo necessária a massificação na divulgação desse trabalho a fim de demonstrar a efetividade da Lei Maria da Penha e o esforço dos profissionais que atuam com esse tema”, apontou a delegada, que também coordena a Câmara Temática de Defesa da Mulher da Secretaria de Estado de Segurança Pública.

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As polícias civis vão atuar, de forma conjunta, na busca de suspeitos de ameaças, tentativas de feminicídio, lesão corporal, descumprimentos de medidas protetivas, estupro, importunação, entre outros crimes. A operação tem a parceria com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos .

Denúncias

Denúncias de violência contra a mulher podem ser feitas em Mato Grosso aos números da Polícia Civil (197 e 181); pela Delegacia Virtual (www.delegaciavirtual.mt.gov.br) ou ainda em uma delegacia, presencialmente.

Outra opção é o Disque 180, de abrangência nacional. Qualquer pessoa pode acionar o serviço, que funciona diariamente, 24 horas, incluindo sábados, domingos e feriados. O serviço cadastra e encaminha os casos aos órgãos competentes. Além disso, as delegacias estaduais também recebem denúncias presenciais.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil desarticula rede descentralizada de distribuição de drogas na Capital

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.

“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.

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As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.

Rede Difusa

O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).

A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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