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Encontro do Café reunirá produtores da região de Tangará da Serra na próxima terça-feira (08)

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O ‘Encontro Técnico do Café’ reunirá produtores de Tangará da Serra (a 239 km de Cuiabá) na próxima terça-feira (08.02), a partir das 7h30, no Campo Experimental da Empaer. Realizado em parceria com a Prefeitura Municipal e a empresa Bello Campo, o evento atenderá todos os protocolos de biossegurança, como o uso obrigatório de máscara e distanciamento.

A proposta principal é orientar os agricultores que receberão as mudas que estão em período de desenvolvimento no Campo Experimental, doadas pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Mas o encontro será aberto a outros agricultores e técnicos da região interessados em adquirir conhecimento sobre a implantação e manejo da cultura do café clonal (Coffea canephora).

Entre os palestrantes estão o secretário municipal de Agricultura, Rogério Rio, que falará sobre as políticas públicas na cadeia produtiva do café; o supervisor do Campo Experimental, Welington Procópio, que explicará sobre o processo de produção das mudas; o técnico da Empaer, Leonardo Diogo Ehle Dias, e o técnico da Secretaria de Agricultura, André Ferreira do Nascimento, que explanarão a respeito do preparo do solo, demonstração de plantio e manejo inicial da cultura; e  a coordenadora de Pesquisa e Fomento da Empaer, Drª Danielle Helena Muller, levará informações sobre a pesquisa com base em materiais genéticos do café.

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Serviço

Evento: Encontro Técnico do Café

Local: Campo Experimental da Empaer – na Estrada do Aeroporto, km 04, Tangará da Serra

Quando: 08/02 (terça-feira), a partir das 7h30
 

Fonte: GOV MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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