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Viação e Obras homenageia engenheiros sanitaristas pelo trabalho essencial em Várzea Grande

Profissionais da área técnica contribuem diretamente para a saúde pública e o desenvolvimento urbano do Município

Neste 13 de julho, Dia do Engenheiro Sanitarista, a Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo de Várzea Grande destaca o papel dos profissionais que atuam na área técnica com responsabilidade e compromisso, contribuindo com projetos e obras que impactam diretamente a qualidade de vida da população.

Na secretaria, os engenheiros sanitaristas são peças fundamentais em ações como drenagem urbana, obras de esgotamento sanitário, planejamento de sistemas de abastecimento de água, controle de resíduos e outras intervenções voltadas à saúde pública e ao meio ambiente.

Entre os profissionais em destaque estão Dyoni Toshio Trettel Hataqueiama, Bernadete da Silva Siqueira e Raulmar Rodrigues de Freitas, que colocam sua expertise a serviço do Município com dedicação e profissionalismo.

Dyoni é formado em Engenharia Sanitária e Ambiental, desde 2014, e atua na Prefeitura de Várzea Grande há quase 10 anos.

Bernadete é formada, desde 2004, e tem 12 anos de serviço público municipal.

Raulmar é engenheiro sanitarista formado em 1992 e está há 3 anos e 6 meses na equipe da secretaria.

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O secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Celso Pereira, fez questão de agradecer aos engenheiros sanitaristas da pasta: “Esses profissionais são essenciais para que nossos projetos saiam do papel com qualidade e responsabilidade. O conhecimento técnico deles garante que as obras públicas atendam às normas sanitárias e ambientais, promovendo mais saúde e segurança à população. Nosso agradecimento é mais do que merecido”, destacou.

Neste 13 de julho, a Secretaria de Viação e Obras reconhece e valoriza os engenheiros sanitaristas da sua equipe técnica, que diariamente ajudam a construir uma cidade mais estruturada, sustentável e humana.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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