VÁRZEA GRANDE MT
Secretários acompanham troca de comando do 2º Comando Regional em Várzea Grande
Secretários municipais participaram, nesta quinta-feira (23), da solenidade de passagem de comando do 2º Comando Regional, realizada no auditório do Senai, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.
Na ocasião, a secretária de Assuntos Estratégicos, Inaciray Ramos da Silva Taveira, representou a prefeita Flávia Moretti, que cumpria agenda oficial. O coronel Ricardo de Almeida Mendes assumiu o comando da unidade, substituindo o coronel Januário Antônio Edwiges Batista.
Durante o evento, Inaciray destacou o reconhecimento da prefeita ao trabalho desempenhado pelo coronel Januário à frente da instituição. Segundo ela, a gestão municipal confia nas forças de segurança, o que contribui para que a área seja uma das que menos gera preocupações à administração.
“A prefeita reconhece a dedicação do comandante Januário e confia tanto no 2º Comando Regional quanto na Guarda Municipal para garantir o bem-estar e a segurança da população”, afirmou.
A secretária também ressaltou sua experiência na Guarda Municipal, onde atuou por 20 anos, e destacou a importância da formação recebida por meio da Polícia Militar. Para ela, a segurança pública vai além do policiamento ostensivo e envolve ações integradas com áreas como educação e aplicação das leis.
“A segurança é um tema multidisciplinar. A prefeita acredita nesse trabalho conjunto e deposita confiança no novo comandante, coronel Mendes, e também na Guarda Municipal, para o planejamento estratégico da segurança em Várzea Grande”, completou.
O comandante André Dorileo ressaltou que a troca de comando é um processo natural nas instituições militares, permitindo o desenvolvimento de lideranças dentro da corporação.
“A renovação possibilita que oficiais e praças assumam funções de comando e liderança, fortalecendo a estrutura baseada na hierarquia e disciplina”, afirmou.
Dorileo também agradeceu ao coronel Januário pelo legado deixado à tropa e destacou avanços recentes, como a valorização profissional e o planejamento estratégico da instituição.
A secretária municipal de Educação, Maria Fernanda, enfatizou a importância da atuação da Polícia Militar nas escolas, por meio do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência).
“Esse trabalho contribui para um ambiente escolar mais seguro, promovendo a cultura da paz, a resolução de conflitos e o desenvolvimento das nossas crianças”, destacou.
Também participaram da solenidade o procurador-geral do município, Maurício Magalhães Faria Neto; o secretário de Defesa Social, Louriney dos Santos Silva; e o comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos.
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VÁRZEA GRANDE MT
Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite
A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.
Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.
De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).
A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.
Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.
Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.
O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.
VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.
Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.
O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.
Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.
A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].
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