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Vídeo: TJMT simplifica pagamento de peritos e agiliza andamento de processos

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) publicou a Instrução Normativa Conjunta 5/2025, que torna mais rápido e menos burocrático o pagamento de honorários periciais, valores devidos aos profissionais que auxiliam a Justiça com análises técnicas e científicas.

Um vídeo publicado pela TVJus explica, de forma prática e didática, como funciona a nova norma e quais mudanças ela traz para juízes, peritos e para a própria celeridade processual.

Com a atualização, os juízes passam a poder requisitar diretamente os valores a serem pagos aos peritos em casos de justiça gratuita, desde que cumpridos três critérios básicos:

1. O valor esteja dentro da tabela do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
2. A decisão que fixa os honorários não esteja mais sujeita a recurso;
3. O pagamento seja feito por meio de Requisição de Pequeno Valor (RPV).

Antes, esse trâmite passava pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o que gerava atrasos no pagamento e impacto no andamento dos processos. Agora, o fluxo é direto e transparente. Isso representa um avanço importante para garantir eficiência, segurança e rapidez.

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Nos casos em que o valor ultrapassa o limite da tabela do CNJ, o perito receberá uma Certidão de Crédito de Honorários e será direcionado ao CEJUSC da Fazenda Pública, onde poderá buscar um acordo com a PGE de forma conciliatória.

Com a simplificação, o TJMT reafirma seu compromisso com uma Justiça mais ágil e acessível, beneficiando não apenas os profissionais peritos, mas toda a sociedade mato-grossense.

Assista ao vídeo e entenda como a nova instrução normativa facilita o trabalho da Justiça e valoriza quem contribui para a entrega de decisões mais justas e fundamentadas.

Link: https://youtu.be/k4qOBpd8qIM?si=zBGStAA7K5BmJqqk

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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