TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Várzea Grande – 155 anos: jogo do Juizado Volante Ambiental atrai alunos
A criançada do 2º e 3º Anos do Ensino Fundamental da Escola Municipal Emanoel João de Arruda, em Várzea Grande, teve uma manhã muito animada nesta quinta-feira (12). Elas receberam o palhaço Lelé Picolé Curimpampam e participaram do Rebojando, uma atividade lúdica que mistura jogo e educação ambiental. A atividade faz parte de uma homenagem aos 155 anos de Várzea Grande, celebrado em 15 de maio (domingo).
Nesta quinta-feira (12), a blitz ambiental deu uma parada para a visita à escola e na sexta-feira (13) retornará na rotatória em frente ao Complexo Educacional SENAI, no bairro Cristo Rei, com previsão de entrega de mais 500 mudas à população várzea-grandense. “Em comemoração ao aniversário de Várzea Grande a gente está fazendo uma blitz ambiental e qual que é o intuito disso? A arborização consciente. É cultivar a ideia do plantio, de deixar uma cidade mais arborizada, mas também despertar o conhecimento, os benefícios desse plantio e os cuidados devido que eles devem ter”, explica a gerente de Educação Ambiental de Várzea Grande, Adriana Alves.
Para Elisa Rodrigues, 8 anos, do 2º Ano, a lição mais importante é sobre o cuidado com a limpeza. “Aprendi que não pode ficar jogando lixo em qualquer lugar. Lugar de lixo é no lixo”. A coleguinha Emanuely Magalhães, de 7 anos, e estudante do 1º Ano, citou que o maior ensinamento foi que é preciso cuidar do meio ambiente. “A gente nunca pode cortar as árvores porque ela ajuda a gente a respirar” e a estudante do 3º Ano, Amanda Bastos, 8 anos, reforçou que sem preservação não existe vida. “Se a gente não cuidar da natureza vamos morrer sem ar”.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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