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Tribunal de Justiça recebe iluminação especial para ‘Campanha Agosto Azul e Vermelho’

O Palácio da Justiça, sede do Poder Judiciário de Mato Grosso, e o prédio do Departamento de Saúde do TJ, estão iluminados com as cores azul e vermelho, como símbolo da adesão à ‘Campanha Agosto Azul e Vermelho’, de conscientização sobre os cuidados com a saúde vascular. As cores da campanha representam, respectivamente, as veias e artérias do corpo humano.
 
A iniciativa de conscientização é da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), em parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio do Departamento de Saúde, que busca sensibilizar magistrados (as) e servidores (as) sobre os cuidados para prevenção e combate às doenças vasculares.
 
O engajamento à campanha faz parte do movimento constante realizado pelo Poder Judiciário para a qualidade de vida e promoção da saúde de magistrados (as) e servidores (as).
 
Ações alusivas ao tema serão realizadas ao longo do mês, com a divulgação de informações e orientações sobre os cuidados para promover a saúde vascular, que envolve os vasos sanguíneos do corpo humano, incluindo artérias, veias e vasos capilares. Os problemas vasculares podem afetar qualquer parte do corpo e variar em gravidade.
 
Entre as principais doenças vasculares estão: varizes, trombose, úlcera venosa, aneurisma, acidente vascular cerebral (AVC), pé diabético, doença arterial obstrutiva periférica e aneurisma da aorta abdominal.
 
Entre as principais recomendações para prevenir as doenças estão:
 
– sair do sedentarismo;
– desenvolver rotinas mais saudáveis, com a prática de exercícios físicos regulares;
– manter peso equilibrado;
– evitar ficar longos períodos na mesma posição, principalmente se for em pé;
– não consumir álcool, cigarro e outras drogas;
– ter alimentação saudável e com controle do colesterol.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto1: Imagem horizontal colorida tirada durante a noite do edifício-sede do TJMT iluminado com as cores azul e vermelho. Foto 2: Prédio do Departamento de Saúde do TJMT, também iluminado com as cores azul e vermelho. Na estrutura também funcionam a Coordenadoria de Tecnologia da Informação, Restaurante, Cantina e Coordenadoria Administrativa.
 
Naiara Martins/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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