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TJMT reforça economicidade e sustentabilidade com construção de prédio próprio para o DMP

O Poder Judiciário de Mato Grosso contará, até dezembro de 2025, com um prédio próprio destinado ao Almoxarifado do Departamento de Material e Patrimônio (DMP). A nova estrutura que será construída em terreno do Juizado Unificado de Cuiabá, no Centro Político e Administrativo, representa um marco significativo na busca pela racionalização de gastos e eficiência operacional da instituição, inserindo-se nas iniciativas previstas para o biênio 2025/2026.

O projeto contempla modernas especificações técnicas, como cobertura em telha termoacústica, além da instalação de um elevador elétrico de carga, com capacidade para até uma tonelada.

Para o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, a construção representa uma decisão estratégica. “A iniciativa pode ser traduzida em racionalização de gastos e economia de recursos, além de maior eficiência operacional, mediante a edificação de prédio próprio que atenda a essa finalidade. Atendemos às metas do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário, contribuindo diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas”, destacou.

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O coordenador-geral da Coordenadoria de Infraestrutura (Cinfra) do TJMT, Roberto Cyriaco, avalia que a construção do novo prédio do TJMT “traduz o rigor técnico e a excelência que norteiam a instituição, assegurando modernidade, funcionalidade e plena adequação às demandas do Poder Judiciário”.

A equipe do DMP efetua o recebimento, cadastramento, tombamento e demais etapas de armazenagem e distribuição de materiais permanentes e de consumo adquiridos pelo PJMT, bem como para o recebimento e guarda temporária de bens inservíveis e de resíduos destinados ao descarte sustentável, encaminhados por meio da logística reversa. Atualmente, a unidade desenvolve suas atividades em um prédio no Distrito Industrial de Cuiabá.

“A proximidade com a sede do Tribunal trará ganhos em segurança patrimonial e logística, além de eliminar os custos com a locação”, explicou o coordenador.

O prédio terá concepção arquitetônica em galpão de aproximadamente 12 metros de altura e mezanino para abrigar a área administrativa, distribuídos em 2.231,90 m² de área construída, divididos em galpão com doca e mezanino, compreendendo: Divisão Patrimonial; Divisão de Bens de Consumo; Divisão de Bens Inservíveis; Sala da TI; Sala dos Correios; Sala dos Terceirizados; Diretoria; Assessoria da Diretoria; banheiros (masculino e feminino); e copa.

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Alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

A iniciativa assegura maior economicidade e integra a política de gestão de aquisições e de consumo do Tribunal de Justiça, contemplando ações como a higienização do catálogo de itens, a racionalização dos estoques de bens de consumo e permanentes e a gestão dos processos de doação de materiais inservíveis. O acervo de bens sem uso vem sendo gradualmente reduzido, reforçando o compromisso da instituição com a administração responsável dos recursos públicos.

O projeto também está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, em especial aos eixos 11 (Cidades e comunidades sustentáveis) e 12 (Consumo e produção responsáveis).

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário aprimora identidade visual e funcionalidades da Consulta Processual

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) disponibiliza, a partir desta segunda-feira (15), uma nova identidade visual para a Consulta Processual do Processo Judicial Eletrônico (PJe), tornando a busca por informações judiciais mais simples, rápida e intuitiva para advogados, partes processuais e cidadãos.

A reformulação integra o processo de modernização dos sistemas utilizados pelo Poder Judiciário mato-grossense e segue o mesmo padrão visual adotado no Portal do TJMT. O objetivo é unificar a experiência dos usuários em diferentes serviços digitais da instituição, garantindo maior facilidade de navegação e acesso à informação.

Desenvolvido pela equipe da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), por meio do Departamento de Sistemas e Aplicações (DSA), o novo modelo prioriza conceitos de Experiência do Usuário (UX), com interfaces mais limpas, organizadas e acessíveis.

Entre as principais mudanças está a simplificação da pesquisa processual. Antes, o usuário precisava escolher entre diversos campos específicos para localizar um processo. Agora, a busca foi reorganizada para tornar o procedimento mais prático e intuitivo, reduzindo etapas e facilitando a localização das informações desejadas.

Outra novidade é a identificação mais clara da origem dos processos. A plataforma informa de forma objetiva em qual sistema o processo está registrado, permitindo que o usuário compreenda rapidamente o ambiente em que a tramitação ocorre, mesmo sem conhecimento técnico sobre os sistemas judiciais.

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A visualização dos detalhes processuais também foi aprimorada. Ao acessar um processo, o usuário encontra uma página mais organizada, com melhor distribuição das informações e navegação otimizada. A mudança elimina dificuldades comuns da versão anterior, especialmente em processos com grande quantidade de movimentações e documentos.

Os documentos passaram a ser identificados de forma mais clara, exibindo diretamente a natureza do conteúdo, como sentença, despacho ou certidão. A alteração facilita a compreensão dos atos processuais e reduz a necessidade de interpretações adicionais por parte do usuário. As informações das partes envolvidas no processo também ganharam maior destaque e visibilidade, permitindo uma consulta mais completa sem a abertura de múltiplas janelas ou menus adicionais.

De acordo com o gerente sênior de Arquitetura de Software da Divisão de Sistemas e Aplicações (DSA), Joaquim Rodolfo Galli, a modernização faz parte de uma estratégia institucional para padronizar todos os sistemas disponibilizados ao público externo.

“A proposta é oferecer uma experiência uniforme em todos os serviços digitais do Poder Judiciário. Independentemente de o cidadão acessar uma consulta processual, um sistema administrativo ou outro serviço eletrônico, ele encontrará a mesma identidade visual e a mesma lógica de navegação, tornando a utilização mais simples e confortável”, explica.

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Além da renovação visual, a consulta processual teve o fluxo de pesquisa simplificado, passando de oito para quatro etapas. A nova interface também destaca de forma mais clara a comarca de tramitação, as partes principais envolvidas, o sistema em que o processo está registrado e o andamento mais recente. Outro recurso incorporado é o resumo inteligente, que apresenta as informações processuais de maneira mais acessível e facilita a compreensão do conteúdo pelos usuários.

A nova Consulta Processual do PJe integra um conjunto de ações voltadas à transformação digital do Judiciário mato-grossense, reforçando os princípios de transparência, acessibilidade e eficiência no atendimento à sociedade.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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