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Serviço de Atendimento Imediato: Justiça dá suporte em acidentes de trânsito

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O Serviço de Atendimento Imediato (SAI) do Poder Judiciário de Mato Grosso atua diariamente em ocorrências de trânsito em Cuiabá e Várzea Grande, quando não há vítimas (lesão corporal ou morte).
 
São colisões, abalroamentos, batidas e acidentes que acontecem diariamente no trânsito urbano, que podem ter a mediação da Justiça, de forma rápida e gratuita.
 
“Buscamos uma composição amigável, ou seja, a paz social, para que não haja adiante o ajuizamento dessa ação. Isso vem ao encontro dos anseios das pessoas, que ficam preocupadas, aflitas com o bem material, em saber quem está errado e quem está certo. Tentamos pacificar tudo isso”, afirma o juiz Aristeu Vilella, coordenador do Juizado Especial Criminal de Cuiabá (Jecrim), ao qual o SAI está vinculado.
 
Ao longo do ano de 2022, entre os meses de janeiro e dezembro, o SAI atendeu 898 casos. Do total de atendimentos durante o ano, houve acordos mediados pela Justiça em 433 casos.
 
O SAI é um juizado volante que funciona em quatro vans e 15 conciliadores, que se deslocam até o local do acidente e procuram intermediar um acordo entre as partes, de modo a solucionar a pendência.
 
O serviço é disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e é direcionado somente a automóveis particulares, não atendendo ocorrências com veículos oficiais e de órgãos públicos.
 
Contato – O SAI atende pelos telefones (65) 99982-8282 ou (65) 99982-8383.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: foto vertical colorida da van do SAI estacionada na rua em frente ao Jecrim, em volta de árvores. Diante do veículo, um conciliador está de costas para a câmera, vestindo um colete preto onde está escrito Serviço Atendimento Imediato Poder Judiciário de Mato Grosso.
Segunda imagem: foto horizontal colorida do juiz Aristeu concedendo entrevista para a TV.JUS. Ele está com o corpo inclinado para a esquerda, segura o microfone preto com letras azuis, veste terno cinza, camisa branca e gravata vinho. Atrás dele está uma rua com as vans do SAI estacionadas.
 
Mylena Petruceli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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