TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação ocorre na próxima semana; veja programação

As Comissões de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual e da Discriminação de Primeiro e Segundo Graus do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) divulgaram a programação da Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação no estado, que ocorrerá entre os dias 6 e 10 de maio, nas comarcas de Cuiabá, Tangará da Serra, Sinop e Cáceres, com palestras para debater o tema. O evento é voltado para magistradas, magistrados, servidoras e servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso e está em consonância com a Resolução CNJ n. 450/2022, que instituiu a Semana Nacional em todos os tribunais do país, sempre no mês de maio.
 
Programação – No dia 6 de maio (segunda-feira), às 9h, na sala Cajazeiras da Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), a procuradora da Fazenda Nacional, Vládia Pompeu proferirá palestra com o tema “Política de Enfrentamento e Prevenção ao Assédio”.
 
A mesa que será presidida pela desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos e terá como debatedoras a vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão do Segundo Grau de Enfrentamento do Assédio e da Discriminação, desembargadora Maria Erotides Kneip; e a juíza titular da Vara Especializada de Execução Fiscal de Cuiabá, Amini Haddad Campos, que também é professora coordenadora do Núcleo de Estudos Científicos sobre Vulnerabilidades da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
 
Neste dia, o evento será híbrido, com transmissão via plataforma Teams. Clique aqui para fazer sua inscrição
 
No dia 7 de maio (terça-feira), às 13h, de forma presencial no Fórum de Tangará da Serra, ocorrerá a palestra com Robson Carlos Pereira dos Santos, servidor e membro da Comissão eleito como representante do primeiro grau.
 
No dia 8 de maio (quarta-feira), às 16h, de forma presencial no Fórum de Sinop, será a vez daquele público ser contemplado com a Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação. A palestra será proferida pela juíza do trabalho Claudirene Ribeiro e terá como debatedoras a desembargadora Maria Erotides Kneip e a juíza titular da Vara Especializada de Família e Sucessões daquela comarca, Luciene Kelly Marciano Roos. Ela é presidente da Comissão de Primeiro Grau de Enfrentamento do Assédio e da Discriminação.
 
No dia 9 de maio (quinta-feira), às 16h, no Fórum de Cáceres, magistrados (as) e servidores (as) assistirão à palestra de Mireni Costa, servidora e membro da Comissão indicada pelo Sindojus.
 
No último dia da Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação, 10 de maio (sexta-feira), às 16h, será a vez do Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá receber a programação, que terá a desembargadora Maria Erotides Kneip como palestrante, juntamente com o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT da 23ª Região), Pedro Henrique Godinho Faccioli.
 
As inscrições para participar das palestras nas comarcas do interior e no Complexo dos Juizados Especiais serão realizadas no próprio local.
 
Clique aqui para ver a programação completa. (Acórdãos e sentenças – 2024 – maio – 03- Semana Nacional de Combate ao Assédio)
 
Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação – Tem como objetivo reforçar a importância das denúncias, evitar subnotificação, frear o adoecimento dos trabalhadores da Justiça, bem como prevenir e mitigar os danos do assédio e da discriminação no âmbito do Judiciário.
 
Para isso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) conta também com a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação (Resolução n. 351/2020) e com o Código de Ética da Magistratura (Resolução CNJ 60/2008). Em dezembro de 2023, por meio da Resolução CNJ n. 538/2023, a prática do assédio sexual passou a ser considerada infração disciplinar de natureza grave, que deve ser apurada por meio de sindicância ou processo administrativo disciplinar.
 
No âmbito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação é responsável por tomar providências relativas a essas práticas. Em sua página no portal do TJMT, a Comissão traz os normativos gerais, o guia de combate ao assédio, os fluxos de registro de denúncia, além de outros conteúdos. Clique aqui e saiba mais. 
 
Leia também:
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Sessões da 5ª Câmara de Direito Privado de novembro e dezembro ocorrerão presencialmente às 9h
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

Leia Também:  Presidente do Tribunal participa do Ribeirinho Cidadão na comunidade de São Pedro de Joselândia

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

Leia Também:  Sessões da 5ª Câmara de Direito Privado de novembro e dezembro ocorrerão presencialmente às 9h

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA